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Aumenta pressao para que presidente israelense renuncie


Do Diário do Grande ABC

04/01/2000 | 11:21


As pressoes para que o presidente de Israel Ezer Weizman renuncie a seu cargo, aumentaram nesta terça-feira, em meio a novas acusaçoes sobre a aceitaçao de dinheiro por parte de um magnata francês. O ex-primeiro-ministro Shimon Peres, Premio Nobel da Paz, foi mencionado como seu possível substituto.

Weizman, um político de enorme popularidade, foi acusado de receber secretamente um total de US$ 430 mil do magnata francês da indústria têxtil Edouard Sarousi.

Nesta terça-feira, o ministro das Comunicaçoes, Binyamin Ben-Eliezer, que atuou como dirigente na facçao Yahad do Partido Trabalhista, fundada por Weizman, disse que a doaçao de Sarousi havia sido destinada a criar o grupo político no início da década passada.

As declaraçoes de Ben-Eliezer entraram em contradiçao com os comentários do advogado de Weizman, que afirmou que o dinheiro era um presente nao sujeito ao pagamento de impostos. O advogado acrescentou que o dinheiro provinha de um amigo de Weizman que nao tinha interesses em Israel.

Membros do Partido Trabalhista, ao qual pertence Weizman, exigiram que renuncie, caso fique provado que suas açoes foram desonestas.



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Aumenta pressao para que presidente israelense renuncie

Do Diário do Grande ABC

04/01/2000 | 11:21


As pressoes para que o presidente de Israel Ezer Weizman renuncie a seu cargo, aumentaram nesta terça-feira, em meio a novas acusaçoes sobre a aceitaçao de dinheiro por parte de um magnata francês. O ex-primeiro-ministro Shimon Peres, Premio Nobel da Paz, foi mencionado como seu possível substituto.

Weizman, um político de enorme popularidade, foi acusado de receber secretamente um total de US$ 430 mil do magnata francês da indústria têxtil Edouard Sarousi.

Nesta terça-feira, o ministro das Comunicaçoes, Binyamin Ben-Eliezer, que atuou como dirigente na facçao Yahad do Partido Trabalhista, fundada por Weizman, disse que a doaçao de Sarousi havia sido destinada a criar o grupo político no início da década passada.

As declaraçoes de Ben-Eliezer entraram em contradiçao com os comentários do advogado de Weizman, que afirmou que o dinheiro era um presente nao sujeito ao pagamento de impostos. O advogado acrescentou que o dinheiro provinha de um amigo de Weizman que nao tinha interesses em Israel.

Membros do Partido Trabalhista, ao qual pertence Weizman, exigiram que renuncie, caso fique provado que suas açoes foram desonestas.

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