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Sem muito luxo, Nissan Frontier SL tem motor diesel 2.5 e tração integral


Vagner Aquino

17/07/2015 | 07:00


Dentre tantas picapes médias que estão no mercado atual, a Nissan Frontier é uma das mais espartanas – se não a mais! Mas isso está longe de ser um problema, afinal, esse tipo de veículo está aí para isso. Quem manda é a robustez. Quesito que o modelo em questão tem de sobra.

Por outro lado, não dá para abandonar a parcela de clientes que querem unir a garra das picapes ao conforto dos carros de passeio. Sendo assim, a última atualização feita pela marca japonesa agregou uma pitadinha de tecnologia e conectividade – estamos falando da inédita central multimídia com tela de 6,2” que reúne DVD, bluetooth, câmera de ré e sistema de navegação integrados.

Nossas impressões ao dirigir foram a bordo da configuração topo de linha SL 4x4 com câmbio automático. Topo de linha, não cruza a porta da revendas da Nissan por menos de R$ 147.590.

Mesmo antes de ligar o motor (2.5 turbodiesel de 190 cv), a picape agrada com a boa ergonomia e a facilidade de manuseio dos comandos – inclusive o seletor de tração. Quando em funcionamento, o bloco, obviamente, não é silencioso (como todo modelo alimentado com esse tipo de combustível), mas o isolamento acústico compensa, otimizando o silêncio a bordo.

O torque de 45,8 mkgf a 2.000 rpm da grandalhona (feita na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná) gera pontos no quesito desempenho seja no on ou no off-road. Mas o câmbio não é dos mais lineares. Isso acaba até mesmo comprometendo a média de consumo, que não passou dos 8,9 km/l durante a nossa avaliação.

Sofisticação não é a palavra mais adequada na Frontier, afinal, a Nissan preferiu investir em segurança. Os freios (ABS) têm distribuição eletrônica, a chave é presencial, os pneus são All Terrain 255/70 R16 e há controle de estabilidade VDC.



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Sem muito luxo, Nissan Frontier SL tem motor diesel 2.5 e tração integral

Vagner Aquino

17/07/2015 | 07:00


Dentre tantas picapes médias que estão no mercado atual, a Nissan Frontier é uma das mais espartanas – se não a mais! Mas isso está longe de ser um problema, afinal, esse tipo de veículo está aí para isso. Quem manda é a robustez. Quesito que o modelo em questão tem de sobra.

Por outro lado, não dá para abandonar a parcela de clientes que querem unir a garra das picapes ao conforto dos carros de passeio. Sendo assim, a última atualização feita pela marca japonesa agregou uma pitadinha de tecnologia e conectividade – estamos falando da inédita central multimídia com tela de 6,2” que reúne DVD, bluetooth, câmera de ré e sistema de navegação integrados.

Nossas impressões ao dirigir foram a bordo da configuração topo de linha SL 4x4 com câmbio automático. Topo de linha, não cruza a porta da revendas da Nissan por menos de R$ 147.590.

Mesmo antes de ligar o motor (2.5 turbodiesel de 190 cv), a picape agrada com a boa ergonomia e a facilidade de manuseio dos comandos – inclusive o seletor de tração. Quando em funcionamento, o bloco, obviamente, não é silencioso (como todo modelo alimentado com esse tipo de combustível), mas o isolamento acústico compensa, otimizando o silêncio a bordo.

O torque de 45,8 mkgf a 2.000 rpm da grandalhona (feita na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná) gera pontos no quesito desempenho seja no on ou no off-road. Mas o câmbio não é dos mais lineares. Isso acaba até mesmo comprometendo a média de consumo, que não passou dos 8,9 km/l durante a nossa avaliação.

Sofisticação não é a palavra mais adequada na Frontier, afinal, a Nissan preferiu investir em segurança. Os freios (ABS) têm distribuição eletrônica, a chave é presencial, os pneus são All Terrain 255/70 R16 e há controle de estabilidade VDC.

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