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Comerciantes se mobilizam para revitalizar rua Carijós


Clarissa Cavalcanti
Do Diário do Grande ABC

06/07/2005 | 08:13


Associações de comerciantes deflagraram uma campanha entre lojistas da rua Carijós para revitalizar a via, uma das principais do comércio popular de Santo André. A prioridade é a reforma da calçada esburacada, que afugenta clientes e dificulta o acesso de pedestres e deficientes físicos.

Segundo o presidente da Associação dos Comerciantes e Amigos da Vila Linda, Rodolfo Henrique Del Greco, a entidade faz um trabalho de convencimento dos lojistas. "Alguns ainda não aderiram, mas vamos acabar conseguindo convencê-los", afirmou Del Greco.

O projeto será desenvolvido em parceria com a Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André), que deverá financiar a obra e depois receber o pagamento dos comerciantes da rua. O presidente da Acisa, Wilson Ambrósio da Silva, diz que o orçamento não está fechado, mas deve ficar em torno de R$ 200 mil. A data do início da reforma depende da adesão dos lojistas. Silva acredita que a execução do projeto poderá servir de exemplo para a revitalização em outros bairros.

A Secretaria de Obras de Santo André informou, por meio da assessoria de imprensa, que deve apoiar o projeto com orientação técnica e suporte se, por exemplo, for necessário desviar o trânsito. Mas os gastos ficarão por conta dos empresários.

Cleberson Ricardo Joverd, proprietário de uma loja de artigos de R$1,99, acredita que o projeto será positivo. "Vai melhorar o nosso comércio e os clientes vão ficar mais satisfeitos". Já Elizabeth Cerati, dona de uma loja de bijuterias, é contra. "Cada comerciante deveria reformar a sua própria parte. Mas, se aprovarem o projeto, vou contribuir."

Del Greco acredita que a reforma precisa acontecer o mais rapidamente possível porque os acidentes se tornaram rotina. "Todo dia alguém tropeça, principalmente, crianças e idosos. Hoje, os pedestres andam olhando para o chão e não para a vitrine".

A enfermeira Marlene Lopes de Almeida Freire foi uma das vítimas dos buracos. No ano passado, machucou o pé e ficou 15 dias sem poder andar. "O sapato fica preso e a gente cai. Espero que arrumem logo a calçada."



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Comerciantes se mobilizam para revitalizar rua Carijós

Clarissa Cavalcanti
Do Diário do Grande ABC

06/07/2005 | 08:13


Associações de comerciantes deflagraram uma campanha entre lojistas da rua Carijós para revitalizar a via, uma das principais do comércio popular de Santo André. A prioridade é a reforma da calçada esburacada, que afugenta clientes e dificulta o acesso de pedestres e deficientes físicos.

Segundo o presidente da Associação dos Comerciantes e Amigos da Vila Linda, Rodolfo Henrique Del Greco, a entidade faz um trabalho de convencimento dos lojistas. "Alguns ainda não aderiram, mas vamos acabar conseguindo convencê-los", afirmou Del Greco.

O projeto será desenvolvido em parceria com a Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André), que deverá financiar a obra e depois receber o pagamento dos comerciantes da rua. O presidente da Acisa, Wilson Ambrósio da Silva, diz que o orçamento não está fechado, mas deve ficar em torno de R$ 200 mil. A data do início da reforma depende da adesão dos lojistas. Silva acredita que a execução do projeto poderá servir de exemplo para a revitalização em outros bairros.

A Secretaria de Obras de Santo André informou, por meio da assessoria de imprensa, que deve apoiar o projeto com orientação técnica e suporte se, por exemplo, for necessário desviar o trânsito. Mas os gastos ficarão por conta dos empresários.

Cleberson Ricardo Joverd, proprietário de uma loja de artigos de R$1,99, acredita que o projeto será positivo. "Vai melhorar o nosso comércio e os clientes vão ficar mais satisfeitos". Já Elizabeth Cerati, dona de uma loja de bijuterias, é contra. "Cada comerciante deveria reformar a sua própria parte. Mas, se aprovarem o projeto, vou contribuir."

Del Greco acredita que a reforma precisa acontecer o mais rapidamente possível porque os acidentes se tornaram rotina. "Todo dia alguém tropeça, principalmente, crianças e idosos. Hoje, os pedestres andam olhando para o chão e não para a vitrine".

A enfermeira Marlene Lopes de Almeida Freire foi uma das vítimas dos buracos. No ano passado, machucou o pé e ficou 15 dias sem poder andar. "O sapato fica preso e a gente cai. Espero que arrumem logo a calçada."

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