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Andreenses esperam que bom ambiente ajude a garantir vitória


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

18/07/2009 | 07:00


O clima entre jogadores e comissão técnica não poderia estar melhor no Santo André. A união entre todos fica evidente a cada treino e é apontada pelos atletas como fundamental no sucesso em campo.

Brincadeiras, apelidos e piadas descontraem o ambiente, como no trabalho de ontem, quando Nunes, Cicinho e Antônio Flávio, entre outros, amarraram o meia Marcelinho Carioca em um dos mastros das bandeiras do Estádio Bruno Daniel, antes do rachão. "A molecada não respeita mais. Estão aí cheios de onda", brincou o Pé de Anjo, que justificou a brincadeira como sendo um troco dos demais jogadores. "Sempre brinco com eles. Hoje (ontem) descontaram."

Para Marcelinho, o clima que envolve o Santo André é importante e reflete durante os jogos. "A partir do momento em que se tem alegria, se leva essa harmonia e felicidade para dentro de campo. Claro que com profissionalismo, mas dá resultado", explicou.

Sérgio Guedes segue o discurso do camisa sete. "Isso é sempre importante, independentemente do momento que o time vive", disse o técnico.

RIVAL - O jogo de hoje marca um reencontro especial entre Marcos e Marcelinho Carioca. Ambos protagonizaram um dos maiores lances dos últimos tempos, em 2000, quando o goleiro defendeu a cobrança de pênalti do meia (então no Corinthians) na semifinal da Copa Libertadores, que credenciou o Verdão para a decisão do torneio.

Se hoje houver um tiro penal a favor do Santo André, Marcelinho não tem dúvidas. "Se acontecer, vou bater. Naquela vez o Marcos foi feliz, mas o pezinho aqui está calibrado", comentou.

Nunes tenta esquecer imitação

O atacante Nunes guarda boas e más recordações do Palmeiras, adversário de hoje. Na decisão da Copa São Paulo de Juniores, em 2003, foi ele quem cobrou e marcou o quinto pênalti que deu o título ao Ramalhão. Na comemoração, no entanto, imitou o porco, o que desencadeou atos de violência e a invasão do campo da torcida palmeirense.

"Na época eu era muito novo, não estava nem aí para nada. Se tivesse a mesma cabeça e experiência de hoje, não faria. Isso é passado", comentou o atacante.

CARAVANA - Haverá ônibus gratuito aos torcedores do Santo André saindo da frente do Estádio Bruno Daniel, a partir das 15h, com destino ao Palestra Itália.

Vitória pode dar liderança ao Verdão

O Palmeiras pode conseguir hoje com o interino Jorginho o que o antigo técnico Vanderlei Luxemburgo não alcançou neste Brasileirão: a liderança. Se vencer o Santo André, o time palmeirense subirá para a primeira colocação, com 25 pontos, ultrapassando Atlético-MG e Internacional, que só jogam amanhã.

A vitória também pode ser decisiva para a efetivação de Jorginho. O diretor de futebol do Palmeiras, Savério Orlandi, afirmou na quinta-feira que a definição sobre a permanência do interino sairia neste fim de semana. O presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, no entanto, não coloca prazo e deixa a entender que a promoção acontecerá naturalmente.

Ontem, Jorginho inovou. Depois de conversar bastante com o grupo no vestiário, comandou um treino nada comum. Distribuiu os coletes vermelhos (que indicam quem será titular) para 12 jogadores, sem contar o goleiro Marcos. Em meia hora, posicionou os atletas em campo, conversou e, sem a bola rolar, recolheu os coletes. Aí, quem atuou na vitória sobre o Flamengo (2 a 1) voltou ao vestiário. O restante participou de um rachão.

Com tantos jogadores com colete, Jorginho mantém a dúvida sobre os titulares para o jogo de hoje. Os atacantes Obina e Willians estão em condições de jogo (suspensos, não atuaram no Rio), mas apenas o primeiro deve jogar. O paraguaio Ortigoza pode ser mantido. "Vou conversar com o árbitro para ver se posso escalar 13 jogadores", afirmou Jorginho.

Obina preferiu desconversar. "Quem disse que eu vou voltar ao time titular (risos)? Vou esperar. O Ortigoza é um atleta que briga bastante; o Willians é um velocista. Todos ajudam o time da melhor maneira possível e estão à altura para serem titulares", comentou o atacante.

Sobre o estranho treinamento, Jorginho explicou que preferiu dar descanso aos atletas que atuaram no Rio e só os posicionou para alertar sobre o ponto forte do adversário: as bolas alçadas por Marcelinho Carioca. "Mostrei como o Santo André faz e como vamos nos defender", contou o técnico, que já implantou seu estilo de jogo.

(das Agências)



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Andreenses esperam que bom ambiente ajude a garantir vitória

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

18/07/2009 | 07:00


O clima entre jogadores e comissão técnica não poderia estar melhor no Santo André. A união entre todos fica evidente a cada treino e é apontada pelos atletas como fundamental no sucesso em campo.

Brincadeiras, apelidos e piadas descontraem o ambiente, como no trabalho de ontem, quando Nunes, Cicinho e Antônio Flávio, entre outros, amarraram o meia Marcelinho Carioca em um dos mastros das bandeiras do Estádio Bruno Daniel, antes do rachão. "A molecada não respeita mais. Estão aí cheios de onda", brincou o Pé de Anjo, que justificou a brincadeira como sendo um troco dos demais jogadores. "Sempre brinco com eles. Hoje (ontem) descontaram."

Para Marcelinho, o clima que envolve o Santo André é importante e reflete durante os jogos. "A partir do momento em que se tem alegria, se leva essa harmonia e felicidade para dentro de campo. Claro que com profissionalismo, mas dá resultado", explicou.

Sérgio Guedes segue o discurso do camisa sete. "Isso é sempre importante, independentemente do momento que o time vive", disse o técnico.

RIVAL - O jogo de hoje marca um reencontro especial entre Marcos e Marcelinho Carioca. Ambos protagonizaram um dos maiores lances dos últimos tempos, em 2000, quando o goleiro defendeu a cobrança de pênalti do meia (então no Corinthians) na semifinal da Copa Libertadores, que credenciou o Verdão para a decisão do torneio.

Se hoje houver um tiro penal a favor do Santo André, Marcelinho não tem dúvidas. "Se acontecer, vou bater. Naquela vez o Marcos foi feliz, mas o pezinho aqui está calibrado", comentou.

Nunes tenta esquecer imitação

O atacante Nunes guarda boas e más recordações do Palmeiras, adversário de hoje. Na decisão da Copa São Paulo de Juniores, em 2003, foi ele quem cobrou e marcou o quinto pênalti que deu o título ao Ramalhão. Na comemoração, no entanto, imitou o porco, o que desencadeou atos de violência e a invasão do campo da torcida palmeirense.

"Na época eu era muito novo, não estava nem aí para nada. Se tivesse a mesma cabeça e experiência de hoje, não faria. Isso é passado", comentou o atacante.

CARAVANA - Haverá ônibus gratuito aos torcedores do Santo André saindo da frente do Estádio Bruno Daniel, a partir das 15h, com destino ao Palestra Itália.

Vitória pode dar liderança ao Verdão

O Palmeiras pode conseguir hoje com o interino Jorginho o que o antigo técnico Vanderlei Luxemburgo não alcançou neste Brasileirão: a liderança. Se vencer o Santo André, o time palmeirense subirá para a primeira colocação, com 25 pontos, ultrapassando Atlético-MG e Internacional, que só jogam amanhã.

A vitória também pode ser decisiva para a efetivação de Jorginho. O diretor de futebol do Palmeiras, Savério Orlandi, afirmou na quinta-feira que a definição sobre a permanência do interino sairia neste fim de semana. O presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, no entanto, não coloca prazo e deixa a entender que a promoção acontecerá naturalmente.

Ontem, Jorginho inovou. Depois de conversar bastante com o grupo no vestiário, comandou um treino nada comum. Distribuiu os coletes vermelhos (que indicam quem será titular) para 12 jogadores, sem contar o goleiro Marcos. Em meia hora, posicionou os atletas em campo, conversou e, sem a bola rolar, recolheu os coletes. Aí, quem atuou na vitória sobre o Flamengo (2 a 1) voltou ao vestiário. O restante participou de um rachão.

Com tantos jogadores com colete, Jorginho mantém a dúvida sobre os titulares para o jogo de hoje. Os atacantes Obina e Willians estão em condições de jogo (suspensos, não atuaram no Rio), mas apenas o primeiro deve jogar. O paraguaio Ortigoza pode ser mantido. "Vou conversar com o árbitro para ver se posso escalar 13 jogadores", afirmou Jorginho.

Obina preferiu desconversar. "Quem disse que eu vou voltar ao time titular (risos)? Vou esperar. O Ortigoza é um atleta que briga bastante; o Willians é um velocista. Todos ajudam o time da melhor maneira possível e estão à altura para serem titulares", comentou o atacante.

Sobre o estranho treinamento, Jorginho explicou que preferiu dar descanso aos atletas que atuaram no Rio e só os posicionou para alertar sobre o ponto forte do adversário: as bolas alçadas por Marcelinho Carioca. "Mostrei como o Santo André faz e como vamos nos defender", contou o técnico, que já implantou seu estilo de jogo.

(das Agências)

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