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Vereadores de Ribeirão Pires pressionam Leo sobre custos do Festival do Chocolate

Parlamentares citam crise financeira e contestam fato de o Paço destinar R$ 2 milhões ao evento


Caio dos Reis
Especial para o Diário

18/07/2015 | 07:10


Vereadores de Ribeirão Pires pressionaram ontem a prefeita em exercício da cidade, Leonice Moura, a Leo da Apraespi (PSC), sobre os custos do Festival do Chocolate. Parlamentares contestam os valores despendidos no evento, citando crise financeira da administração do prefeito Saulo Benevides (PMDB).

O governo estima gastar R$ 2 milhões com a organização do evento e anunciou shows de artistas populares com altos cachês, casos de Anitta, Titãs, Victor e Léo, Fernando e Sorocaba, O Teatro Mágico e Diogo Nogueira. Espera-se que o retorno seja com a bilheteria (R$ 20 por dia) e movimentação de turistas no local.

“A festa tem de acontecer. Mas é preciso saber que estamos em crise, o município está quebrado e a arrecadação está abaixo da expectativa. Então é importante renegociar contratos e tentar abaixar os custos com patrocínios e outros meios”, ponderou o presidente da Câmara de Ribeirão, José Nelson de Barros (PSD), lembrando que recentemente o Paço pediu autorização de remanejamento de R$ 1 milhão no Orçamento vigente para cobrir custos do festival. A Casa liberou mudança orçamentária na ordem de R$ 500 mil. “Achamos que seria suficiente.”

O vereador oposicionista Renato Foresto (PT) afirmou que a prefeita em exercício alegou que existem estudos para diminuir as despesas do Paço. “A Leo disse que o Cassiano (Filho, secretário de Cultura) já reduziu cerca de R$ 400 mil no custo total (do festival). A expectativa é que grande parte (dos custos) seja custeada pela bilheteria.”

A atividade de ontem foi a terceira de caráter político que Leo liderou desde que assumiu a Prefeitura em decorrência de férias de Saulo. Nesta semana, se reuniu com o ex-vice-prefeito Edinaldo de Menezes, o Dedé (PPS), e com líderes do PT na cidade, todos de oposição ao chefe do Executivo. A conversa foi pautada na dificuldade financeira pela qual o município atravessa. Ela fica na principal cadeira da Prefeitura até o dia 29.

OUTRAS DEMANDAS
Outro assunto discutido no encontro foi sobre o barulho na Vila do Doce. “Já existe lei que determina que deve existir o silêncio após às 22h e ela não está sendo cumprida. Pedimos para a prefeita intensificar a fiscalização no local com o objetivo de cumprir a lei”, disse Zé Nelson.



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Vereadores de Ribeirão Pires pressionam Leo sobre custos do Festival do Chocolate

Parlamentares citam crise financeira e contestam fato de o Paço destinar R$ 2 milhões ao evento

Caio dos Reis
Especial para o Diário

18/07/2015 | 07:10


Vereadores de Ribeirão Pires pressionaram ontem a prefeita em exercício da cidade, Leonice Moura, a Leo da Apraespi (PSC), sobre os custos do Festival do Chocolate. Parlamentares contestam os valores despendidos no evento, citando crise financeira da administração do prefeito Saulo Benevides (PMDB).

O governo estima gastar R$ 2 milhões com a organização do evento e anunciou shows de artistas populares com altos cachês, casos de Anitta, Titãs, Victor e Léo, Fernando e Sorocaba, O Teatro Mágico e Diogo Nogueira. Espera-se que o retorno seja com a bilheteria (R$ 20 por dia) e movimentação de turistas no local.

“A festa tem de acontecer. Mas é preciso saber que estamos em crise, o município está quebrado e a arrecadação está abaixo da expectativa. Então é importante renegociar contratos e tentar abaixar os custos com patrocínios e outros meios”, ponderou o presidente da Câmara de Ribeirão, José Nelson de Barros (PSD), lembrando que recentemente o Paço pediu autorização de remanejamento de R$ 1 milhão no Orçamento vigente para cobrir custos do festival. A Casa liberou mudança orçamentária na ordem de R$ 500 mil. “Achamos que seria suficiente.”

O vereador oposicionista Renato Foresto (PT) afirmou que a prefeita em exercício alegou que existem estudos para diminuir as despesas do Paço. “A Leo disse que o Cassiano (Filho, secretário de Cultura) já reduziu cerca de R$ 400 mil no custo total (do festival). A expectativa é que grande parte (dos custos) seja custeada pela bilheteria.”

A atividade de ontem foi a terceira de caráter político que Leo liderou desde que assumiu a Prefeitura em decorrência de férias de Saulo. Nesta semana, se reuniu com o ex-vice-prefeito Edinaldo de Menezes, o Dedé (PPS), e com líderes do PT na cidade, todos de oposição ao chefe do Executivo. A conversa foi pautada na dificuldade financeira pela qual o município atravessa. Ela fica na principal cadeira da Prefeitura até o dia 29.

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Outro assunto discutido no encontro foi sobre o barulho na Vila do Doce. “Já existe lei que determina que deve existir o silêncio após às 22h e ela não está sendo cumprida. Pedimos para a prefeita intensificar a fiscalização no local com o objetivo de cumprir a lei”, disse Zé Nelson.

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