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Escapar é missão (quase) impossível

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

De origem asiática, Escape 60 é a nova
opção de lazer e diversão em São Paulo


Rodrigo Mozelli

06/07/2015 | 07:00


 Situações inusitadas, como ser condenado à cadeira elétrica ou ser trancado em uma casa por maníaco. Ter uma hora para escapar destas e de outras ameaças. Resolver enigmas para fugir da sala. Conhece este jogo? Trata-se do Escape 60 (Rua Baluarte, 18), inaugurado em São Paulo. A nova opção de lazer da Capital surgiu há três anos na Ásia. A tônica dos chamados ‘jogos de escape’ é simples: grupo é trancafiado em uma sala e, para sair dela, terá de decifrar códigos, pistas e mistérios em 60 minutos.

O Diário visitou O Corredor da Morte, no qual os desafiantes entram em uma cela, prestes a serem levados para a cadeira elétrica por crime que não cometeram. Os ‘presos’ têm acesso à informação de que alguém conseguiu escapar. Além de cadeados com senhas numéricas e de letras, cada detalhe é digno de toda a atenção. Se o grupo tem muitas dificuldades, uma voz ajuda com dicas. É bom também não perder tempo: se não decifrou um segredo rapidamente, parta logo para outro.

Trabalho em equipe é essencial, já que estão todos ‘no mesmo barco’. Dividir as descobertas pode ser primordial para resolver o desafio. Outra dica é deixar todas as pistas e chaves encontradas à vista e em local de fácil acesso. Além do Corredor da Morte, existem ainda as seguintes opções de jogos: A Joia da Coroa, O Laboratório do Dr. Mortare e Operação Resgate.

“Ainda não existe dado formalizado (sobre média de público), talvez gire em torno de 2.000 a 3.000 clientes por mês. Os frequentadores, em geral, são famílias, grupos de amigos e colegas de empresas”, explica Márcio Abraham, diretor de inovação e um dos sócios do Escape 60. Segundo Márcio, é possível também jogar em inglês e espanhol. Há planos, inclusive, para abrir mais unidades próprias do jogo até o fim do ano.

O Escape 60 é boa opção para sair da mesmice e se divertir com amigos, além de distrair a cabeça dos problemas e treinar concentração, raciocínio e percepção. Contudo, participar da brincadeira não é tão barato. De segunda à sexta, até às 16h20, cada integrante desembolsa R$ 69. Só é possível jogar com no mínimo quatro e no máximo oito pessoas. Após às 16h20 e nos fins de semana e feriados, o valor aumenta para R$ 79 por uma hora de diversão. Para mais informações sobre o Escape 60 e para agendar horário, visite www.escape60.com.br.



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Escapar é missão (quase) impossível

De origem asiática, Escape 60 é a nova
opção de lazer e diversão em São Paulo

Rodrigo Mozelli

06/07/2015 | 07:00


 Situações inusitadas, como ser condenado à cadeira elétrica ou ser trancado em uma casa por maníaco. Ter uma hora para escapar destas e de outras ameaças. Resolver enigmas para fugir da sala. Conhece este jogo? Trata-se do Escape 60 (Rua Baluarte, 18), inaugurado em São Paulo. A nova opção de lazer da Capital surgiu há três anos na Ásia. A tônica dos chamados ‘jogos de escape’ é simples: grupo é trancafiado em uma sala e, para sair dela, terá de decifrar códigos, pistas e mistérios em 60 minutos.

O Diário visitou O Corredor da Morte, no qual os desafiantes entram em uma cela, prestes a serem levados para a cadeira elétrica por crime que não cometeram. Os ‘presos’ têm acesso à informação de que alguém conseguiu escapar. Além de cadeados com senhas numéricas e de letras, cada detalhe é digno de toda a atenção. Se o grupo tem muitas dificuldades, uma voz ajuda com dicas. É bom também não perder tempo: se não decifrou um segredo rapidamente, parta logo para outro.

Trabalho em equipe é essencial, já que estão todos ‘no mesmo barco’. Dividir as descobertas pode ser primordial para resolver o desafio. Outra dica é deixar todas as pistas e chaves encontradas à vista e em local de fácil acesso. Além do Corredor da Morte, existem ainda as seguintes opções de jogos: A Joia da Coroa, O Laboratório do Dr. Mortare e Operação Resgate.

“Ainda não existe dado formalizado (sobre média de público), talvez gire em torno de 2.000 a 3.000 clientes por mês. Os frequentadores, em geral, são famílias, grupos de amigos e colegas de empresas”, explica Márcio Abraham, diretor de inovação e um dos sócios do Escape 60. Segundo Márcio, é possível também jogar em inglês e espanhol. Há planos, inclusive, para abrir mais unidades próprias do jogo até o fim do ano.

O Escape 60 é boa opção para sair da mesmice e se divertir com amigos, além de distrair a cabeça dos problemas e treinar concentração, raciocínio e percepção. Contudo, participar da brincadeira não é tão barato. De segunda à sexta, até às 16h20, cada integrante desembolsa R$ 69. Só é possível jogar com no mínimo quatro e no máximo oito pessoas. Após às 16h20 e nos fins de semana e feriados, o valor aumenta para R$ 79 por uma hora de diversão. Para mais informações sobre o Escape 60 e para agendar horário, visite www.escape60.com.br.

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