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Polícia pede reforço para o Carnaval


Gabriel Batista
Do Diário do Grande ABC

12/01/2006 | 08:24


Cerca de 570 policiais militares virão da capital para reforçar a corporação no Grande ABC. São homens da área administrativa da PM, que não precisam atuar em São Paulo porque o Carnaval da cidade é feito no sambódromo. A capital também conta com unidades de elite. Com o reforço de São Paulo, mais os policiais que trabalham nos quartéis do Grande ABC, a PM da região vai aumentar em cerca de 24% o policiamento de rua nos quatro dias de Carnaval – de 25 a 28 de fevereiro. No total, 3.050 homens vão se dividir nas sete cidades durante o período de festa, para fazer patrulhamento comum e operações especiais. Eles vão se revezar em quatro turnos de 12 horas.

Só ficarão de fora os policiais com licença médica, garante o CPA/M-6 (Comando de Policiamento de Área Metropolitano 6), quartel que dirige a PM no Grande ABC.

Os policiais cedidos pela capital serão divididos por quatro dos seis batalhões existentes na região. O 6º Batalhão (São Bernardo e São Caetano) receberá 200 soldados e sargentos; o 41º Batalhão (Santo André), 160 policiais; o 24º Batalhão (Diadema), 70; e o 30º Batalhão (Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), 140. A estratégia de pedir reforço à capital já foi adotada em anos anteriores.

O comandante do CPA/M-6, coronel Renato Aldarvis, diz que o Grande ABC tem histórico de Carnaval tranqüilo, “ordeiro”. Ele espera que o deste ano não seja diferente. “Vamos utilizar policiamento a pé nos locais de desfile e reforçar a presença nas vias expressas e corredores de acesso da região. A ação da Força Tática (divisão especial com armas de grosso calibre) também será intensificada”, disse o comandante.

A PM afirma que fará rondas no entorno de bailes de carnaval em clubes e outros ambientes, com o objetivo de principalmente intimidar ladrões de carro. Policiais militares também podem fazer a segurança interna dos bailes, desde que autoridades municipais ou organizadores peçam a presença da PM com cerca de 20 dias de antecedência. É cobrada uma taxa prevista por lei e, antes do Carnaval, a corporação faz vistorias no prédio.

GCMs – As guardas municipais de Diadema e Mauá estabeleceram pré-planejamento para o Carnaval. Em Diadema, a Guarda colocará 80 homens mais seguranças patrimoniais na rua – divididos em turnos – e vai utilizar as 30 câmeras de monitoramento externo, voltadas para as ruas. A administração municipal pretende equipar os guardas de rua com computadores portáteis que possibilitem observar as imagens em patrulhamento. Em Mauá, 270 guardas em quatro turnos vão fazer rondas pelas cidades e no desfile.

As guardas de Santo André, São Bernardo e São Caetano não definiram quantos guardas colocarão na rua. A Polícia Civil do Grande ABC também não tem planejamento pré-estabelecido.



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Polícia pede reforço para o Carnaval

Gabriel Batista
Do Diário do Grande ABC

12/01/2006 | 08:24


Cerca de 570 policiais militares virão da capital para reforçar a corporação no Grande ABC. São homens da área administrativa da PM, que não precisam atuar em São Paulo porque o Carnaval da cidade é feito no sambódromo. A capital também conta com unidades de elite. Com o reforço de São Paulo, mais os policiais que trabalham nos quartéis do Grande ABC, a PM da região vai aumentar em cerca de 24% o policiamento de rua nos quatro dias de Carnaval – de 25 a 28 de fevereiro. No total, 3.050 homens vão se dividir nas sete cidades durante o período de festa, para fazer patrulhamento comum e operações especiais. Eles vão se revezar em quatro turnos de 12 horas.

Só ficarão de fora os policiais com licença médica, garante o CPA/M-6 (Comando de Policiamento de Área Metropolitano 6), quartel que dirige a PM no Grande ABC.

Os policiais cedidos pela capital serão divididos por quatro dos seis batalhões existentes na região. O 6º Batalhão (São Bernardo e São Caetano) receberá 200 soldados e sargentos; o 41º Batalhão (Santo André), 160 policiais; o 24º Batalhão (Diadema), 70; e o 30º Batalhão (Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), 140. A estratégia de pedir reforço à capital já foi adotada em anos anteriores.

O comandante do CPA/M-6, coronel Renato Aldarvis, diz que o Grande ABC tem histórico de Carnaval tranqüilo, “ordeiro”. Ele espera que o deste ano não seja diferente. “Vamos utilizar policiamento a pé nos locais de desfile e reforçar a presença nas vias expressas e corredores de acesso da região. A ação da Força Tática (divisão especial com armas de grosso calibre) também será intensificada”, disse o comandante.

A PM afirma que fará rondas no entorno de bailes de carnaval em clubes e outros ambientes, com o objetivo de principalmente intimidar ladrões de carro. Policiais militares também podem fazer a segurança interna dos bailes, desde que autoridades municipais ou organizadores peçam a presença da PM com cerca de 20 dias de antecedência. É cobrada uma taxa prevista por lei e, antes do Carnaval, a corporação faz vistorias no prédio.

GCMs – As guardas municipais de Diadema e Mauá estabeleceram pré-planejamento para o Carnaval. Em Diadema, a Guarda colocará 80 homens mais seguranças patrimoniais na rua – divididos em turnos – e vai utilizar as 30 câmeras de monitoramento externo, voltadas para as ruas. A administração municipal pretende equipar os guardas de rua com computadores portáteis que possibilitem observar as imagens em patrulhamento. Em Mauá, 270 guardas em quatro turnos vão fazer rondas pelas cidades e no desfile.

As guardas de Santo André, São Bernardo e São Caetano não definiram quantos guardas colocarão na rua. A Polícia Civil do Grande ABC também não tem planejamento pré-estabelecido.

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