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E agora?

Mais um Brasileiro vai terminar sob o ritmo da polêmica


Especial para o Diário

02/11/2012 | 00:00


Mais um Brasileiro vai terminar sob o ritmo da polêmica. O jogo Internacional e Palmeiras está sub judice e qualquer decisão do STJD vai causar protestos de um lado ou de outro.

Por enquanto, o time gaúcho tem razão. O gol com a mão de Barcos, confirmado erroneamente pelo árbitro, é a causa de tudo isso. Acontece que não há nada de anormal no relatório do próprio árbitro. Da sua parte, o Palmeiras quer provar no tribunal que, após validar o gol, o árbitro foi alertado de sua falha pelo delegado do jogo. E isso é ilegal. Caso consiga provar esse fato o jogo será, então, anulado.

Enquanto isso, as discussões alimentam o lado negativo do futebol e do campeonato. Lamentável!

BAMBAMBÃ

A Toyota premia todos os anos o técnico campeão da Libertadores. Em 2012, Tite recebeu um lindo Corolla zero quilômetro. E fez algo inusitado. Descontou cheque no valor do carro e distribuiu o dinheiro para os funcionários corintianos que não ganharam o bicho regulamentar do clube pela conquista da competição.

Jardineiros, seguranças, massagistas, roupeiros, assessores de imprensa ganharam um presente inesperado, que tem uma conotação diferenciada.

Tite não precisava fazer isso. Mas acabou mostrando uma outra faceta de seu bom caráter, que é elogiado pelos observadores próximos e distantes.

O treinador comprovou que ninguém consegue comer um quilo de sal por dia. Por isso é que a ganância não leva a nada. Os beneficiados, cada um à sua maneira, ajudaram a comissão técnica e os jogadores nessa conquista. E estão sendo reconhecidos.

Além de tudo, tem o aspecto espiritual. Deus, na sua infinita sabedoria, com certeza, de alguma forma, reconhecerá a atitude de Tite, um homem com ‘H' maiúsculo.

CONVITE

O presidente da CBF será o chefe da delegação do Corinthians no Japão. A atitude mostra que não há mais dúvida de que o sucessor de Ricardo Teixeira está mais firme do que nunca no comando da entidade.

As poucas federações que ainda resistiam à mudança foram se convencendo e hoje não oferecem mais resistência alguma para Marin e sua turma de companheiros.

Os grandes clubes estão fechados com o novo grupo e a formação de uma liga fica impossível. Isso vai dar ainda mais força para Marin, que poderá fazer grandes reformulações na organização a partir de 2013.

Márcio Bernardes é âncora da rede Transamérica de Rádio e professor universitário. www.marciobernardes.com.br



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