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Grande ABC alcança maior número de internados por Covid desde agosto de 2021

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

São 785 pessoas acamadas nos hospitais da região; taxa de ocupação de leitos chega a 68%


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

22/01/2022 | 00:01


As cidades do Grande ABC voltaram ao patamar de agosto de 2021 no que diz respeito ao número de pacientes internados em razão da Covid. De acordo com dados da SP Covid Info Tracker, plataforma gerida por pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista), da USP (Universidade de São Paulo) e do Cemeai (Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria) que leva em consideração dados da pandemia disponibilizados pelo governo do Estado, ontem eram 785 pessoas acamadas em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) ou enfermarias, maior número desde 3 de agosto, quando eram 783 internados.

A situação atual é ainda pior porque a oferta de leitos no Grande ABC diminuiu nos últimos cinco meses, isso porque cidades como Santo André e Ribeirão Pires desmobilizaram seus hospitais de campanha depois de passar semanas sem receber pacientes. Atualmente, a região conta com 1.141 vagas de internação, enquanto que em agosto eram 2.492. Assim, o que começa a preocupar é a taxa de ocupação. Ontem, o indicador apontava que 68,8% das vagas disponíveis estavam preenchidas, situação similar à vivida no fim da segunda onda da pandemia, em abril de 2021. Levando em consideração apenas vagas de UTI a ocupação é de 66,4%.

Em Santo André, o prefeito Paulo Serra (PSDB) explicou que parte dos leitos dos hospitais de campanha que funcionaram no Estádio Bruno Daniel, no Ginásio Pedro Dell’Antonia e no ginásio da UFABC (Universidade Federal do ABC) foi transferida para centros médicos da cidade, mas que se houver necessidade é possível reabrir as estruturas provisórias. “Temos expertise de montar hospital em dois, três dias. Não planejamos ainda montar hospital. O que a gente pretende é deixar todos os instrumentos prontos. Se caso houver pressão, o que por enquanto não há, sobre o número de leitos, aí a gente consegue implementar um hospital em poucos dias, para não faltar leito e atendimento para nenhuma pessoa”, explicou Paulo Serra.

Em nota, a Prefeitura de Ribeirão Pires admitiu reativar o hospital de campanha que funcionava no Ginásio Ozíris Grecco. “Ribeirão Pires analisa o cenário epidemiológico da região, bem como a disponibilidade de vagas por parte do sistema do governo do Estado. A administração não descarta a possibilidade de reativação do hospital de campanha. Atualmente, não há necessidade.”



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