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Dirigentes celebram 40 anos do primeiro acesso do Santo André

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dérek Bittencourt

01/12/2021 | 00:01


Neste 1º de dezembro, o Santo André celebra 40 anos de seu primeiro acesso, do Campeonato Paulista da Segunda Divisão à elite do Estadual (leia mais na página 2 de Setecidades). Atuais presidente e presidente do conselho deliberativo, Sidney Riquetto e Celso Luiz de Almeida – respectivamente – eram conselheiros naquela época e recordaram a vitória sobre o XV de Piracicaba, por 3 a 1, no antigo Palestra Itália (atual Allianz Parque), que, além de ser o segundo título da história do clube, segundo eles literalmente mudou o patamar ramalhino.

“O Santo André deu um upgrade ali. Passou de clube de Segunda Divisão para clube de Primeira, que depois disso teve estabilidade de mais de dez anos (na elite). Aquela conquista foi importantíssima”, exaltou Sidney Riquetto. “O Breno (Manoel Gonçalves, presidente) fez uma estrutura para subir que era brincadeira, com muito dinheiro. Montaram time muito forte, para subir, inclusive com (venda de) rifa. A cidade se engajou, participou, encampou, como aconteceu em 2004 na Copa do Brasil”, recordou Celso Luiz.

Sobre a campanha, os dirigentes relembraram uma troca no comando do time. “O Santo André ganhou o primeiro turno e o treinador era o Dalmo Gaspar. Ganhou em São Caetano do Saad com um gol do Lance aos 49 minutos do segundo tempo. Na comemoração, a torcida derrubou o alambrado. Depois (após cinco rodadas do returno), o Dalmo pediu demissão para ir para o Paulista (de Jundiaí)”, contou Sidney. “O finado Sebastião Lapola veio, arrumou o time (que vinha de quatro derrotas, três empates e apenas duas vitórias sob comando interino de Jacob Bernardon e, posteriormente, de Varlei de Carvalho) e subiu”, completou Celso Luiz.

De 1981 em diante, o Ramalhão conquistou mais de uma dezena de acessos, tanto estadual quanto nacionalmente, como se a partir daquela oportunidade tivesse aprendido a disputar e vencer mata-mata. “É uma herança de 1981”, admitiu Sidney. “Ali se criou isso”, argumentou Celso. 



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