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Delivery de comida: 6 dicas para vender alimentos online

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

08/09/2020 | 12:18


O crescimento do e-commerce já é tendência há algum tempo. Em 2019, uma pesquisa realizada pelo site Compre&Confie, mostrou um aumento de R$ 75 bilhões, 22,7% a mais que o ano anterior. Já em 2020, o mesmo veículo calculou um crescimento de 71%, apenas entre 24 de fevereiro e 24 de maio.

O ramo alimentício também tem se aventurado no mundo online. Um estudo feito pelo Kantar Retail, empresa de consultoria internacional de varejo, projeta que, até 2025, as vendas de alimentos online representarão 3% do total de vendas por e-commerce no Brasil.

Pensando nisso, Leonardo Almeida, CEO da Menu – aplicativo que abastece restaurantes, conectando os distribuidores e as indústrias do mercado foodservice – preparou seis dicas para empreendedores que querem iniciar ou consolidar as vendas de alimentos de forma online.

Leia mais:
50 perfis do Instagram para quem gosta de cozinhar
iFood: como doar comida por meio do app
Quais materiais podem ou não ir ao micro-ondas?

1. Fortaleça a comunicação com o cliente

Com a tendência de aumento do comércio via internet, a concorrência também cresce. Por isso, é importante fidelizar o cliente para que ele escolha seus produtos. A comunicação tem de ser feita de forma clara e priorizando a simpatia. Dessa forma, o consumidor se sente acolhido e mais propenso a realizar a compra.

2. Invista em redes sociais

Uma boa dica é manter as redes sociais sempre atualizadas. Mesmo que nem sempre haja novidades de produtos, o perfil alimentado constantemente incita o cliente a conhecer o serviço e também passa confiança para ele. Fotos, vídeos e textos de qualidade são bem vistos pelo público, além de interações com os seguidores via comentários ou mensagens privadas.

3. Preste atenção no tipo de armazenamento

Certos produtos do ramo alimentar são perecíveis, isto é, têm data de validade curta e estragam rápido. Por isso, o armazenamento tem de ser feito com cuidado, em lugares específicos. Dependendo da validade dos itens, a melhor escolha pode ser a produção sob encomenda, para não correr risco de prejuízo.

4. Fique atento aos tipos de entrega

As entregas também merecem atenção especial, justamente pela validade dos produtos. Os Correios não costumam ser boa opção, pois podem demorar mais tempo que o pedido pode aguentar, além das más condições de refrigeração e armazenamento. Por isso, vale a pena pesquisar por serviços de entregas por aplicativos ou investir em motoboys, além de entregas físicas em locais combinados com o cliente, como as estações de metrô.

5. Forneça informações nas embalagens

Além do capricho em embalagens bonitas e seguras, as informações sobre o produto precisam estar especificadas nela, para segurança do consumidor. Além de informações nutricionais, é importante destacar os ingredientes utilizados na confecção do produto, data de fabricação e data de validade.

6. Contrate serviços de gestão para o seu negócio

Existem diversas plataformas voltadas para o comércio de alimentos que podem ajudar o empreendedor a emplacar boas vendas e conseguir clientes. Desde apps que auxiliam na contabilidade, nas finanças, até startups que conectam pequenos comerciantes a grandes fornecedores. Pesquise!

Quer ficar por dentro do mundo da tecnologia e ainda baixar gratuitamente nosso e-book Manual de Segurança na Internet? Clique aqui e assine a newsletter do 33Giga



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Delivery de comida: 6 dicas para vender alimentos online

Da Redação, com assessoria
Do 33Giga

08/09/2020 | 12:18


O crescimento do e-commerce já é tendência há algum tempo. Em 2019, uma pesquisa realizada pelo site Compre&Confie, mostrou um aumento de R$ 75 bilhões, 22,7% a mais que o ano anterior. Já em 2020, o mesmo veículo calculou um crescimento de 71%, apenas entre 24 de fevereiro e 24 de maio.

O ramo alimentício também tem se aventurado no mundo online. Um estudo feito pelo Kantar Retail, empresa de consultoria internacional de varejo, projeta que, até 2025, as vendas de alimentos online representarão 3% do total de vendas por e-commerce no Brasil.

Pensando nisso, Leonardo Almeida, CEO da Menu – aplicativo que abastece restaurantes, conectando os distribuidores e as indústrias do mercado foodservice – preparou seis dicas para empreendedores que querem iniciar ou consolidar as vendas de alimentos de forma online.

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iFood: como doar comida por meio do app
Quais materiais podem ou não ir ao micro-ondas?

1. Fortaleça a comunicação com o cliente

Com a tendência de aumento do comércio via internet, a concorrência também cresce. Por isso, é importante fidelizar o cliente para que ele escolha seus produtos. A comunicação tem de ser feita de forma clara e priorizando a simpatia. Dessa forma, o consumidor se sente acolhido e mais propenso a realizar a compra.

2. Invista em redes sociais

Uma boa dica é manter as redes sociais sempre atualizadas. Mesmo que nem sempre haja novidades de produtos, o perfil alimentado constantemente incita o cliente a conhecer o serviço e também passa confiança para ele. Fotos, vídeos e textos de qualidade são bem vistos pelo público, além de interações com os seguidores via comentários ou mensagens privadas.

3. Preste atenção no tipo de armazenamento

Certos produtos do ramo alimentar são perecíveis, isto é, têm data de validade curta e estragam rápido. Por isso, o armazenamento tem de ser feito com cuidado, em lugares específicos. Dependendo da validade dos itens, a melhor escolha pode ser a produção sob encomenda, para não correr risco de prejuízo.

4. Fique atento aos tipos de entrega

As entregas também merecem atenção especial, justamente pela validade dos produtos. Os Correios não costumam ser boa opção, pois podem demorar mais tempo que o pedido pode aguentar, além das más condições de refrigeração e armazenamento. Por isso, vale a pena pesquisar por serviços de entregas por aplicativos ou investir em motoboys, além de entregas físicas em locais combinados com o cliente, como as estações de metrô.

5. Forneça informações nas embalagens

Além do capricho em embalagens bonitas e seguras, as informações sobre o produto precisam estar especificadas nela, para segurança do consumidor. Além de informações nutricionais, é importante destacar os ingredientes utilizados na confecção do produto, data de fabricação e data de validade.

6. Contrate serviços de gestão para o seu negócio

Existem diversas plataformas voltadas para o comércio de alimentos que podem ajudar o empreendedor a emplacar boas vendas e conseguir clientes. Desde apps que auxiliam na contabilidade, nas finanças, até startups que conectam pequenos comerciantes a grandes fornecedores. Pesquise!

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