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Investigador é assassinado no meio da rua em S.Paulo



12/01/2006 | 08:40


Em menos de dois dias, dois investigadores foram vítimas de assalto e morreram nas mãos de criminosos na capital. Quarta à tarde, quatro horas após o enterro do investigador Juarez Marques dos Santos, assassinado terça-feira em troca de tiros com um bandido, o policial Hélio Ramos da Silva, 49 anos, foi atacado por uma dupla de motoqueiros e levou dois tiros: na cabeça e pescoço. Ele morreu antes de chegar ao Pronto-Socorro do Hospital do Jabaquara.

O caso aconteceu na rua Francisco Tapajós, Vila Santo Estéfano, região da Saúde, zona Sul, e a principal pista para as investigações é a gravação da câmera de segurança de um prédio em frente ao local do crime.

O delegado Luiz Longo, do 35º DP (Jabaquara), contou que, às 14h30, o investigador saiu de casa dizendo ao filho de 15 anos que iria ao banco. “O policial chegou a convidar o menino para ir junto, mas ele falou que preferia ficar em casa e assistir ao jogo de futebol na tevê”, disse Longo.

Segundo a polícia, Silva foi a pé ao banco Banespa, na avenida do Cursino, a dois quarteirões de sua casa. O policial foi atacado na volta.

A gravação registra o momento em que Silva atravessa a rua. Nessa hora apareceu o primeiro criminoso, que desceu de uma motocicleta. Ele agarrou Silva e o jogou no chão. Os dois rolaram e foram para o meio da rua. Depois, veio o comparsa dele, que deitou a moto, uma Honda CG no asfalto. Esse bandido também entrou na confusão. O investigador carregava duas pistolas, mas não teve tempo de reagir.



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Investigador é assassinado no meio da rua em S.Paulo


12/01/2006 | 08:40


Em menos de dois dias, dois investigadores foram vítimas de assalto e morreram nas mãos de criminosos na capital. Quarta à tarde, quatro horas após o enterro do investigador Juarez Marques dos Santos, assassinado terça-feira em troca de tiros com um bandido, o policial Hélio Ramos da Silva, 49 anos, foi atacado por uma dupla de motoqueiros e levou dois tiros: na cabeça e pescoço. Ele morreu antes de chegar ao Pronto-Socorro do Hospital do Jabaquara.

O caso aconteceu na rua Francisco Tapajós, Vila Santo Estéfano, região da Saúde, zona Sul, e a principal pista para as investigações é a gravação da câmera de segurança de um prédio em frente ao local do crime.

O delegado Luiz Longo, do 35º DP (Jabaquara), contou que, às 14h30, o investigador saiu de casa dizendo ao filho de 15 anos que iria ao banco. “O policial chegou a convidar o menino para ir junto, mas ele falou que preferia ficar em casa e assistir ao jogo de futebol na tevê”, disse Longo.

Segundo a polícia, Silva foi a pé ao banco Banespa, na avenida do Cursino, a dois quarteirões de sua casa. O policial foi atacado na volta.

A gravação registra o momento em que Silva atravessa a rua. Nessa hora apareceu o primeiro criminoso, que desceu de uma motocicleta. Ele agarrou Silva e o jogou no chão. Os dois rolaram e foram para o meio da rua. Depois, veio o comparsa dele, que deitou a moto, uma Honda CG no asfalto. Esse bandido também entrou na confusão. O investigador carregava duas pistolas, mas não teve tempo de reagir.

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