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Oposição lança última cartada em Diadema

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Bloco protocola Cida Ferreira como candidata à presidência da Câmara e aposta em regimento


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

18/12/2014 | 07:00


O retorno de Reinaldo Meira (PR) ao bloco governista fez com que os oposicionistas de Diadema lançassem última cartada na eleição na Câmara, que será realizada hoje, a partir das 14h. O grupo protocolou ontem Cida Ferreira (PMDB) como candidata à presidência no lugar de Célio Boi (PSB) a fim de minar vitória de José Dourado (PSDB), postulante do prefeito Lauro Michels (PV), se apegando no regimento interno da Casa.

A estratégia dos oposicionistas, que somam dez votos, é apostar que Meira não comparecerá à votação, deixando os situacionistas com as mesmas dez adesões, provocando empate. No regimento do Legislativo, caso essa situação ocorra, a peemedebista seria a vencedora pelo critério da idade, já que é mais velha do que o tucano (o tucano tem 64 anos; ela, 73).

Os oposicionistas, liderados pelos petistas Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e Josa Queiroz, realizaram inúmeros discursos ofensivos a Reinaldo Meira, que não foi à sessão extraordinária realizada ontem. “Traíra. Mudou de lado e nem comparece à Câmara”, esbravejou Maninho. O grupo chegou a afirmar que votaria contrariamente aos projetos de autoria do Executivo. No entanto, recuou e acabou aprovando os itens. “Tínhamos matérias importantes, de interesse da cidade e não podemos descontar nos moradores. É preciso fazer oposição com responsabilidade e é o que fazemos”, ponderou Josa.

Na ala governista, a apreensão foi visível durante todo o dia. Preocupados, os vereadores recorreram ao alto escalão do governo. O secretário de Educação e chefe de Gabinete, Marcos Michels (PV), foi à Câmara para respaldar Zé Dourado. Os políticos conversaram a portas fechadas. “Mesmo com essas possibilidades, estou confiante na vitória e espero que, após a realização deste processo, compor com todos”, ponderou Zé Dourado. 



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Oposição lança última cartada em Diadema

Bloco protocola Cida Ferreira como candidata à presidência da Câmara e aposta em regimento

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

18/12/2014 | 07:00


O retorno de Reinaldo Meira (PR) ao bloco governista fez com que os oposicionistas de Diadema lançassem última cartada na eleição na Câmara, que será realizada hoje, a partir das 14h. O grupo protocolou ontem Cida Ferreira (PMDB) como candidata à presidência no lugar de Célio Boi (PSB) a fim de minar vitória de José Dourado (PSDB), postulante do prefeito Lauro Michels (PV), se apegando no regimento interno da Casa.

A estratégia dos oposicionistas, que somam dez votos, é apostar que Meira não comparecerá à votação, deixando os situacionistas com as mesmas dez adesões, provocando empate. No regimento do Legislativo, caso essa situação ocorra, a peemedebista seria a vencedora pelo critério da idade, já que é mais velha do que o tucano (o tucano tem 64 anos; ela, 73).

Os oposicionistas, liderados pelos petistas Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e Josa Queiroz, realizaram inúmeros discursos ofensivos a Reinaldo Meira, que não foi à sessão extraordinária realizada ontem. “Traíra. Mudou de lado e nem comparece à Câmara”, esbravejou Maninho. O grupo chegou a afirmar que votaria contrariamente aos projetos de autoria do Executivo. No entanto, recuou e acabou aprovando os itens. “Tínhamos matérias importantes, de interesse da cidade e não podemos descontar nos moradores. É preciso fazer oposição com responsabilidade e é o que fazemos”, ponderou Josa.

Na ala governista, a apreensão foi visível durante todo o dia. Preocupados, os vereadores recorreram ao alto escalão do governo. O secretário de Educação e chefe de Gabinete, Marcos Michels (PV), foi à Câmara para respaldar Zé Dourado. Os políticos conversaram a portas fechadas. “Mesmo com essas possibilidades, estou confiante na vitória e espero que, após a realização deste processo, compor com todos”, ponderou Zé Dourado. 

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