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Santo André planeja tratar 60% do esgoto até o ano que vem

Ari Paleta/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Atualmente, cerca de 40% dos resíduos coletados na cidade são encaminhados para a estação de tratamento da Sabesp


Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

18/12/2014 | 07:00


Até o fim do ano que vem, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) planeja chegar a 60% de esgoto tratado na cidade. Atualmente, cerca de 40% dos resíduos produzidos no município são transmitidos para a ETE ABC (Estação de Tratamento de Esgoto) da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), localizada na divisa entre São Caetano e a Capital.

Para aumentar o volume enviado à ETE, estão sendo construídos coletores-tronco em diversos pontos do município. O superintendente do Semasa, Sebastião Ney Vaz Júnior, estima que o investimento aplicado para a ampliação das tubulações gire em torno de R$ 60 milhões, sendo R$ 20 milhões do Semasa e R$ 40 milhões da Sabesp.

“Já temos redes, mas elas ainda estão jogando o esgoto para os córregos. Os coletores-troncos pegam o material e levam para os emissários, que fazem a ligação com a estação de tratamento”, explica Ney Vaz. Grande parte das tubulações que estão sendo instaladas fica nos cursos d’água de menor porte, como o Córrego Oratório e o Ribeirão dos Meninos.

Santo André possui hoje 185.963 ligações de esgoto. De janeiro a novembro, o volume desse tipo de resíduo faturado pela autarquia equivale a 3,1 milhões de metros cúbicos. O superintendente avalia que. “se for mantido esse ritmo”, a cidade pode chegar a 90% de tratamento até o fim de 2016.

RESÍDUOS SÓLIDOS

Também no ano que vem serão entregues duas centrais de triagem para materiais recicláveis. Atualmente, a cidade conta com dois galpões para essa finalidade. “Mas a gente nem os considera, porque as cooperativas estão lá funcionando de forma absolutamente precária. Então, o que vamos entregar agora é um equipamento que vai resgatar, inclusive, a dignidade dos catadores, para poder trabalhar em um sistema mais adequado, com esteira, empilhadeira e prensa.”

O investimento para a construção das duas centrais, que terão capacidade para 100 trabalhadores cada uma, é de R$ 1,2 milhão, mais cerca de R$ 500 mil para a compra de equipamentos.

Segundo Ney Vaz, de 6% a 8% dos resíduos sólidos são levados para a reciclagem em Santo André, índice que deve aumentar para até 15%. “Além disso, vamos fazer campanha educativa para impulsionar a separação do lixo”, acrescenta o superintendente.

Cerca de 11,1 mil toneladas de lixo seco são produzidas anualmente no município. Já os resíduos úmidos chegam a 220,5 mil toneladas. A varrição manual atende 7,7 mil quilômetros de vias por mês.

Obra da ETA no Recreio da Borda do Campo começa somente em abril

A construção da ETA (Estação de Tratamento de Água) no bairro Recreio da Borda do Campo, em Santo André, deverá começar só em abril. Ontem, o prefeito Carlos Grana (PT) e o superintendente do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) deram ordem de serviço para o início das obras.

O superintendente do Semasa, Sebastião Ney Vaz Júnior, explica que a demora de quatro meses se dá em razão do término do projeto executivo, que irá mostrar detalhes técnicos sobre características do terreno onde a estação será construída.

O investimento é de R$ 84 milhões, sendo que R$ 75 milhões são financiados pela Caixa Econômica Federal e R$ 9 milhões são contrapartida do Semasa. O equipamento terá capacidade para tratar 350 litros de água por segundo, que serão retirados da Represa Billings. Com isso, a cidade ampliará para 500 litros por segundo o volume produzido, somando com a operação da ETA Guarará. A demanda do município é de 2.000 litros por segundo. 



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Santo André planeja tratar 60% do esgoto até o ano que vem

Atualmente, cerca de 40% dos resíduos coletados na cidade são encaminhados para a estação de tratamento da Sabesp

Fábio Munhoz
Do Diário do Grande ABC

18/12/2014 | 07:00


Até o fim do ano que vem, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) planeja chegar a 60% de esgoto tratado na cidade. Atualmente, cerca de 40% dos resíduos produzidos no município são transmitidos para a ETE ABC (Estação de Tratamento de Esgoto) da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), localizada na divisa entre São Caetano e a Capital.

Para aumentar o volume enviado à ETE, estão sendo construídos coletores-tronco em diversos pontos do município. O superintendente do Semasa, Sebastião Ney Vaz Júnior, estima que o investimento aplicado para a ampliação das tubulações gire em torno de R$ 60 milhões, sendo R$ 20 milhões do Semasa e R$ 40 milhões da Sabesp.

“Já temos redes, mas elas ainda estão jogando o esgoto para os córregos. Os coletores-troncos pegam o material e levam para os emissários, que fazem a ligação com a estação de tratamento”, explica Ney Vaz. Grande parte das tubulações que estão sendo instaladas fica nos cursos d’água de menor porte, como o Córrego Oratório e o Ribeirão dos Meninos.

Santo André possui hoje 185.963 ligações de esgoto. De janeiro a novembro, o volume desse tipo de resíduo faturado pela autarquia equivale a 3,1 milhões de metros cúbicos. O superintendente avalia que. “se for mantido esse ritmo”, a cidade pode chegar a 90% de tratamento até o fim de 2016.

RESÍDUOS SÓLIDOS

Também no ano que vem serão entregues duas centrais de triagem para materiais recicláveis. Atualmente, a cidade conta com dois galpões para essa finalidade. “Mas a gente nem os considera, porque as cooperativas estão lá funcionando de forma absolutamente precária. Então, o que vamos entregar agora é um equipamento que vai resgatar, inclusive, a dignidade dos catadores, para poder trabalhar em um sistema mais adequado, com esteira, empilhadeira e prensa.”

O investimento para a construção das duas centrais, que terão capacidade para 100 trabalhadores cada uma, é de R$ 1,2 milhão, mais cerca de R$ 500 mil para a compra de equipamentos.

Segundo Ney Vaz, de 6% a 8% dos resíduos sólidos são levados para a reciclagem em Santo André, índice que deve aumentar para até 15%. “Além disso, vamos fazer campanha educativa para impulsionar a separação do lixo”, acrescenta o superintendente.

Cerca de 11,1 mil toneladas de lixo seco são produzidas anualmente no município. Já os resíduos úmidos chegam a 220,5 mil toneladas. A varrição manual atende 7,7 mil quilômetros de vias por mês.

Obra da ETA no Recreio da Borda do Campo começa somente em abril

A construção da ETA (Estação de Tratamento de Água) no bairro Recreio da Borda do Campo, em Santo André, deverá começar só em abril. Ontem, o prefeito Carlos Grana (PT) e o superintendente do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) deram ordem de serviço para o início das obras.

O superintendente do Semasa, Sebastião Ney Vaz Júnior, explica que a demora de quatro meses se dá em razão do término do projeto executivo, que irá mostrar detalhes técnicos sobre características do terreno onde a estação será construída.

O investimento é de R$ 84 milhões, sendo que R$ 75 milhões são financiados pela Caixa Econômica Federal e R$ 9 milhões são contrapartida do Semasa. O equipamento terá capacidade para tratar 350 litros de água por segundo, que serão retirados da Represa Billings. Com isso, a cidade ampliará para 500 litros por segundo o volume produzido, somando com a operação da ETA Guarará. A demanda do município é de 2.000 litros por segundo. 

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