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Cultura & Lazer

Publicado em domingo, 3 de agosto de 2014 às 07:00 Histórico

Mágica jornada de Gabo em HQ

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Grande parte das pessoas já ouviu falar de alguma obra de Gabriel García Márquez (1927-2014). Títulos como Crônica de Uma Morte Anunciada , O Amor nos Tempos do Cólera e Notícias de Um Sequestro são referências literárias e colocam o colombiano como um dos principais escritores do século 20. Acompanhar esses livros significa também estar perto da trajetória pessoal do autor, que chega a ser tão interessante quanto alguns dos contos que ainda encantam os leitores. Para quem deseja conhecer mais sobre ele, traços e cores o ilustram em Gabo – Memórias de Uma Vida Mágica (Editora Veneta, 184 páginas, R$ 44,90 em média).

A história em quadrinhos foi lançada originalmente na Colômbia no ano passado e ganha agora versão em português. O texto assinado por Óscar Pantoja viaja pelo tempo, entre idas e vindas em diferentes momentos do passado, para apresentar fatos, curiosidades e familiares de Gabo, como o escritor era carinhosamente chamado por amigos.

Entre os acontecimentos desenhados por um time formado por quatro artistas estão passagens pela vida de estudante nos anos 1940 – na qual conheceu nomes com Dostoiévski, Pablo Neruda e García Lorca –, o amor pela companheira Mercedes e a vitória do Prêmio Nobel de Literatura em 1982. As etapas de sua jornada estão divididas por cores, com desenhos em laranja, azul, vermelho e verde para cada etapa distinta.

Os fãs devem demonstrar mais interesse nas páginas iniciais, reservadas à infância na pequena cidade de Aracataca. Seus medos e lembranças da época foram fundamentais para que pudesse ter encontrado inspiração para escrever aquela que é considerada sua obra-prima: Cem Anos de Solidão (1967).

“Foram tantos os livros, estudos, reportagens e ensaios escritos sobre a vida de Gabriel García Márquez, que sua vida se converteu em uma multiplicidade de vidas no papel”, afirma Óscar Pantoja no anexo ao fim da publicação. “(...) Aqui o propósito foi, como no cinema, colocar a câmera em outro ângulo, um que talvez não tenha sido utilizado para voltar a interpretar as diversas memórias de Gabo.” 



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