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Pinheiro admite
possibilidade de
alçar vereadores

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de S.Caetano vai executar reforma administrativa que exige mudança em secretarias


Gustavo Pinchiaro
Do Diário do Grande ABC

03/08/2013 | 07:00


Pela primeira vez em pouco mais de sete meses de gestão, o prefeito de São Caetano, Paulo Pinheiro (PMDB), admitiu a possibilidade de alçar vereadores ao primeiro escalão. A declaração do peemedebista reforça discussão interna do Palácio da Cerâmica para contar com, pelo menos, dois parlamentares em Pastas de destaque após a aplicação da reforma administrativa, que pode cortar até seis secretarias.

“Não tem nada definido na mudança com a reforma administrativa, por enquanto é só especulação. Não teria problema colocar um vereador de secretário se ele for capacitado, mas isso não significa que vou fazer isso”, despistou o prefeito.

Com a discussão de ajustes no Paço para equilibrar as finanças municipais, a troca de alguns secretários que não têm atendido às expectativas ficou iminente. Os vereadores Beto Vidoski (PSDB) e Eder Xavier (PCdoB) são os principais nomes que podem migrar do Legislativo para o Executivo.

A ida de Vidoski para a Pasta de Desenvolvimento Econômico – comandada por Francisco Soeltl – é vista como bastante provável nos corredores do Palácio da Cerâmica. Por outro lado, dentre as medidas de contenção de gastos, a secretaria pode se tornar uma diretoria do setor de Planejamento e Gestão.

O argumento usado para chancelar a mudança é a condição de empresário do tucano. Além disso, o prefeito amarraria o PSDB para ter fidelidade na Câmara e também para a tentativa de reeleição. O primeiro suplente de Vidoski é Daniel Córdoba (PSDB), que assumiria a cadeira caso a transação ocorra.

Eder é cotado para substituir seu correligionário Gilmar Tadeu Ribeiro Alves no comando da Secretaria de Esporte e Turismo. O comunista foi o responsável pela indicação de Alves em comum acordo com a vice-prefeita da Capital, Nádia Campeão (PCdoB). No entanto, dedicou boa parte dos seus discursos na Câmara para pedir a demissão do parceiro de partido alegando falta de compromisso com o cargo.

O vereador trabalha para chegar ao primeiro escalão desde o começo do ano. Pinheiro atenderia ao pedido para cessar as articulações e discursos do vereador que contrariam o governo. A nomeação, no entanto, pode forçar a saída da irmã do parlamentar, Elda Martinez Xavier, do comanda de Obras e Habitação.

Além dessa questão, a vaga deixada por Eder na Câmara traria outro problema para o prefeito. O primeiro suplente da cadeira de vereador é o secretário de Segurança, Coronel José Quesada Farina (PMDB), que tem manifestado intenção de atuar no Legislativo. Pinheiro ainda não tem um nome para substituí-lo.

A reforma administrativa pode fundir seis secretarias a outras. A intenção do Palácio da Cerâmica é equilibrar o deficit entre arrecadação e despesa. Segundo o prefeito, até agora foram acumulados R$ 15 milhões de dívidas, de janeiro a julho.



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