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Ramalho defende Dourado como federal

Vice-presidente do PSDB vê vereador como herdeiro da histórica votação do cacique Zé Augusto

19/05/2013 | 07:08
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 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Segundo vice-presidente estadual do PSDB e idealizador do núcleo sindical do partido, o deputado estadual Ramalho da Construção afirmou que o setor sindicalista do tucanato dará todo apoio à candidatura do vereador José Dourado (PSDB), de Diadema, a deputado federal e garantiu que o parlamentar diademense pode ser o nome do grupo à Câmara Federal no Grande ABC.

Ramalho avaliou que Dourado é um herdeiro natural do espólio eleitoral do ex-prefeito e atual secretário de Saúde de Diadema, José Augusto da Silva Ramos (PSDB), que sinaliza não disputar cargo eletivo em 2014. "O Zé Dourado tem todas condições de assumir esse espaço e liderar o Grande ABC no meio sindical em uma disputa eleitoral com o PT neste segmento", discorreu o deputado, que preside o Sindicato da Construção Civil no Estado.

Braço direito de José Augusto, Dourado foi filiado ao PT entre os anos 1980 e início de 1990. Deixou as fileiras do petismo para seguir seu padrinho político - que também era petista - depois da histórica briga com o ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT), que resultou na derrota do PT local na eleição municipal de 1996.

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Para Ramalho, o PSDB carece de candidatos a deputado federal. "O Orlando (Morando, de São Bernardo) vem para a reeleição a deputado estadual e o (William) Dib não sabemos, porque há especulação sobre outros partidos", disse. Além dos dois políticos de São Bernardo, o PSDB está na iminência de perder o ex-prefeito de Rio Grande da Serra Adler Kiko Teixeira, que também concorrerá a uma vaga no Congresso Nacional.

Diadema elegeu duas vezes deputado federal na história. A primeira vez foi entre 1995 e 1998, quando José Augusto, ainda no PT, alcançou cadeira em Brasília. A segunda foi com Filippi, em 2010. O petista, no entanto, se licenciou do cargo para ocupar o posto de secretário de Saúde na prefeitura de São Paulo.

 




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