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'2018 será nosso maior ano de investimento'

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


29/12/2017 | 07:15


Com a retomada da economia, puxada pelo consumo, o grupo MGB, dono da rede de supermercados Mambo, decidiu acelerar os investimentos em expansão. A empresa também tem a bandeira Petit Mambo, de lojas de vizinhança, e o Giga, de atacarejo.

Em meados deste mês, inaugurou a sétima loja da rede Giga na zona Norte de São Paulo, um dia após fechar um contrato de arrendamento de duas lojas de atacarejo da rede Alta Rotação, localizadas em Osasco e Várzea Paulista. André Nassar, presidente do grupo, que deve fechar este ano com vendas de R$ 1,7 bilhão e crescimento de 35% em relação a 2016 e 17 lojas em funcionamento diz que, com esse negócio estão sendo antecipadas duas lojas previstas para o ano que vem.

"2018 será o maior ano de investimentos da história da empresa." A intenção é aplicar R$ 75 milhões em 13 lojas. Neste ano, foram R$ 40 milhões em três novas lojas: dois atacarejos tradicionais de grande porte (6 mil m²), modelo que consome mais recursos, e uma loja de vizinhança. O plano inicial era abrir quatro lojas em 2017.

Das lojas previstas para 2018, a maioria será voltada para o varejo - seis lojas de vizinhança e três supermercados. Isso porque, depois da forte expansão do atacarejo, com taxa de crescimento de vendas de dois dígitos nos últimos anos, em 2017 o desempenho foi mais modesto em razão da deflação dos preços dos alimentos e da forte concorrência que chegou no setor.

Nassar explica que, levando-se em conta as mesmas lojas, as vendas do atacarejo ficaram estáveis neste ano em relação a 2016, descontada a inflação. Já nas lojas da bandeira Mambo, de supermercados, houve crescimento real de 4%, considerando as mesmas lojas. "Depois de três anos, o Mambo cresceu mais que o Giga na base de mesmas lojas", diz.

Segundo o consultor de varejo Cláudio Felisoni de Ângelo, presidente do Provar/Ibevar, a perda de fôlego do atacarejo é um movimento natural, diante da saída da recessão. Ele diz que ajustes no modelo são necessários para atravessar o novo momento do consumo.Novos formatos. Nessa direção, especialmente para rebater a maior concorrência, o grupo aposta, por exemplo, em dois novos formatos de loja para o ano que vem. Um deles é o atacarejo compacto. Os dois pontos de venda que a empresa acaba de arrendar serão destinados ao modelo.São lojas de 2 mil m² de área de venda, bem menor do que um atacarejo tradicional.

"A intenção de ter atacarejos menores é poder estar em bairros da periferia, onde a concorrência é menor. Além disso, é muito difícil encontrar lojas de grande superfície na periferia para instalar um atacarejo tradicional", argumenta o executivo.

A outra aposta do grupo para 2018 será o primeiro atacarejo de hortifrutigrangeiros. O Giga Frúti irá funcionar em Jundiaí (SP). "Vamos vender laranja em caixa, batata em saco", exemplifica Nassar. Os clientes serão hotéis, restaurantes. Segundo ele, detectou-se que há uma lacuna para esse público que tem dificuldade de fazer compras na Ceagesp.

/ M.C.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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