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Discussões na OAB de Sto.André


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

05/12/2017 | 07:00


O nome de Fabio Picarelli voltou a ecoar na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Santo André. Cresce movimento de advogados que querem que Picarelli pleiteie novamente a presidência da subsecção andreense da Ordem, por discordarem da postura do atual presidente da entidade, Roberto Pereira Gonçalves. A eleição só acontece em novembro de 2018 e Gonçalves tem direito à sua reeleição, porém muita gente é crítica ao atual mandatário, o que estremece possibilidade de ele renovar seu mandato. Picarelli foi presidente entre 2010 e 2015 e, em 2016, migrou para a política – chegou a anunciar sua candidatura a prefeito de Santo André, pelo DEM, porém decidiu apoiar o ex-prefeito Aidan Ravin (PSB), terceiro colocado no pleito. Consultado sobre o movimento ‘volta, Picarelli’, o ex-presidente da OAB evitou se ausentar da disputa, mas também não negou essa pretensão. “Agradeço as pessoas que confiaram e confiam no meu trabalho. Só acho que é muito cedo para decidir qualquer candidatura.”

BASTIDORES

Mão na mão
Chamou atenção dos presentes à cerimônia de entrega de unidades habitacionais no núcleo Beira-Rio, em Diadema. Foi a primeira solenidade na qual o prefeito Lauro Michels (PV) apareceu ao lado do presidente da Câmara, Marcos Michels (PSB), desde que o socialista decidiu seguir com seu projeto de ser candidato a deputado estadual à revelia do verde. Em determinado momento, Marcos pediu que todos dessem as mãos. Ele estava ao lado de Lauro e imediatamente pegou as mãos do prefeito. “Juntos, e não separados, vamos fortalecer esse governo”, discursou. Curiosamente, na hora desse gesto, Lauro estava entre Marcos e a secretária de Habitação, Regina Gonçalves (PV), que também tenta obter apoio do prefeito para sair candidata a deputada estadual. O chefe do Executivo defende o nome de seu vice, Márcio da Farmácia (PV).

Para bater o martelo
O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), jogou para quinta-feira reunião definitiva para tratar sobre a permanência ou saída de Márcio Chaves (PSD) da Secretaria de Saúde. Na semana passada, o pessedista entregou o cargo ao prefeito, que se recusou a aceitar a demissão de seu colaborador direto.

Água no chope
Muito embora haja movimento de líderes do petismo para que se troque o comando da chapa do PT que vai disputar o governo do Estado, tirando o ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho e alocando o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad na linha de frente, militantes defensores da mudança se frustraram ao ver o vídeo em que Haddad declara todo seu apoio a Marinho. A declaração de suporte à candidatura de Marinho foi veiculada na sexta-feira, durante o lançamento da pré-candidatura do atual presidente do PT paulista ao Palácio dos Bandeirantes. Esses filiados identificaram que Haddad não vai comprar briga com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, padrinho político de Marinho.

Restos a pagar – 1
A Prefeitura de Santo André, sob chefia de Paulo Serra (PSDB), anunciou que conseguiu concluir mais uma negociação sobre os restos a pagar herdados das administrações de Aidan Ravin (PSB) e Carlos Grana (PT). A AES Eletropaulo aparecia como credora do Paço em R$ 3,8 milhões, valor referente a débitos de 9.000 contas individuais de vários imóveis da Prefeitura, entre eles, o prédio localizado no Paço.

Restos a pagar – 2
O Executivo teve de renegociar essa dívida fora do decreto 16.904/17 – que estipula cronograma e regras de acerto de contas – por se tratar de serviço essencial. Houve também auditoria nas contas em atraso. Durante esse processo, foi identificado que a AES Eletropaulo também devia quantia à Prefeitura. Com o acerto de contas, parte do passivo total que o Paço tinha com a concessionária foi abatida. O saldo foi parcelado em 13 vezes, com início de pagamento neste mês. 



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