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Por segurança, Semasa adota novo padrão de ligação de água

Divulgação/PMSA  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Hidrômetros ficarão dentro de caixa lacrada para evitar fraudes e atos de vandalismo


Yara Ferraz

05/12/2017 | 07:00


Para aumentar a segurança dos usuários e evitar fraudes, entre outros objetivos, o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) anunciou novo padrão para as ligações de água. Com a mudança, o hidrômetro e o cavalete passam a ser instalados no muro da frente das residências, abrigados dentro de uma caixa de policarbonato. Por enquanto, apenas as novas ligações, que começaram a ser feitas a partir do dia 1º, devem contar com o equipamento.

A UMA (Unidade de Medição de Água) possibilita que a leitura seja realizada sem que o funcionário tenha acesso à residência. Nem o leitorista ou o morador conseguem abrir a caixa, o que visa impedir avarias e até mesmo vandalismo. O único setor que tem acesso à abertura do lacre numerado é o de manutenção.

Inicialmente, a autarquia adquiriu 100 caixas, feitas por empresa escolhida por meio de processo licitatório (o custo de cada uma é de R$ 56). Não houve reajuste no valor que deve ser pago pelo consumidor referente à instalação do equipamento, que varia entre R$ 154,17 a R$ 503,19.

Este dinheiro sai da economia na própria instalação, que fica muito mais rápida. Também na racionalização da leitura vai ter uma redução de custos individuais que vão permitir que a gente mantenha os atuais preços sem acréscimo para a população”, explicou o superintendente da autarquia, Ajan Marques de Oliveira.

No total, o Semasa mantém 206 mil ligações em toda a cidade. A autarquia realiza média de 70 ligações novas mensalmente. O objetivo é que até o fim do mandato da atual administração municipal toda a rede funcione por meio dos novos moldes. Porém, por enquanto ainda não há previsão para que as instalações já realizadas sejam substituídas e quanto isso custaria. 

“Nestes imóveis temos de recalcular custos, para nós e moradores. Então é uma equação que a gente vai fazer nos próximos seis meses, para depois mostrar como vai ser feita a substituição dos já existentes.” 



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