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Robson Miguel/Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pedra do Cacique Tibiriçá é novo destino a ser explorado em Ribeirão Pires


Vinícius Castelli

30/11/2017 | 07:00


 Quem quiser desbravar mais um pedaço do Grande ABC tem motivo para visitar Ribeirão Pires. A cidade tem como novo destino um atrativo ainda pouco conhecido da população. É a Pedra do Cacique Tibiriçá, um monolítico composto por granito e gneisse com elevação de cerca de 800 metros acima do nível do mar. A inauguração do local como roteiro turístico foi realizada no domingo e contou com a presença de Robson Miguel, historiador, maestro e violonista da cidade, e também com a de indígenas tupis-guaranis.

A trilha que leva ao local, área de proteção ambiental, foi desbravada originalmente ainda nos anos 1800, em momento em que a equipe de inspeção do engenheiro Irineu Evangelista de Souza – Barão de Mauá – trabalhava no projeto da ferrovia da SPR (São Paulo Railway Company), inaugurada em 1867.

Segundo Robson Miguel, a Pedra do Cacique Tibiriçá é grande motivo para atrair mais turistas para fazer roteiro por Ribeirão Pires. “É uma reserva excelente para ser ecológica, logo no portal de entrada da cidade e, sobretudo, também, é mais um ponto turístico da cidade”, explica ele.

Sua ideia é fazer projeto para Ribeirão Pires com parque ecológico, uma reserva ambiental da Pedra do Cacique Tibiriçá. “É local de fácil acesso, muito bonito. Tem nascente debaixo da pedra”, explica Robson Miguel.

A meteorização diferenciada da parte da frente da rocha deu a ela forma de rosto que Robson Miguel descreve como a de aparência humana e que lembra a face do líder local, o Cacique Tibiriçá. “No Brasil há poucas pedras com rostos de pessoas. Tem a Gávea, no Rio de Janeiro”, cita. Ele se deparou com a pedra quando buscava local, em 1985, para a construção de seu castelo – hoje conhecido como Castelo Robson Miguel.

O ponto turístico onde fica a pedra pode ser alcançado pela Avenida Humberto de Campos, altura do numero 3.000, entre os bairros Guapituba, Bocaina e Vila Sueli –, com acesso pela passarela da Vila Sueli.



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