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Tributo ao jornalista Ademir Medici


Do Diário do Grande ABC

18/11/2017 | 09:16


Artigo

Nós, os congressistas do 14º Congresso de História do Grande ABC, temos a grata satisfação de prestar tributo ao escritor e jornalista Ademir Medici, incansável paladino em prol da memória regional, porque no dia 2 de setembro, a página Memória comemorou seu 30º natalício. Nos seus primórdios, começou neste periódico Diário ocupando espaço da página 2 do caderno Setecidades, intitulado coluna Memória, e na contemporaneidade ocupa a página inteira, com o nome de Memória.

Ademir pode ser considerado patrimônio do Grande ABC. Desde 1976 ele vem dedicando-se – com afinco – à memória regional, porque nesse ano começou a publicar nas edições dominicais ‘A História dos Bairros do Grande ABC’. Também em 1976, Ademir ganhou, em parceria com o saudoso jornalista Édison Motta (1953-2015), o cobiçado Prêmio Esso, na categoria regional, pela publicação de série de reportagens, da lavra dos experts jornalistas, neste Diário, intitulada ‘A Metamorfose da Industrialização’.

Podemos afirmar – sem titubear – que a chegada do ‘rei sol da memória regional’ foi divisor de águas, no que tange a valorizar, receber, sistematizar e divulgar as milhares de fotografias, correspondências e entrevistas de antigos moradores, que generosamente enviam ao pertinaz Ademir, com o escopo de perpetuar a memória de entes queridos, que deixaram marcas indeléveis entre nós, bem como fotografias que deixam patente a vertiginosa transformação urbana ocorrida nos sete municípios, que antes das emancipações eram um único: São Bernardo.

Ademir não é afeito a homenagens, mas a nobilíssima escritora e ativista cultural Dalila Teles Veras continua disposta a também prestar-lhe justo tributo, pelo seu labor e dedicação em prol da memória regional (ele começou a trabalhar no Diário em 1972 e é o mais antigo funcionário do periódico na ativa) reunindo medicinetes, na Livraria Alpharrabio, não somente para prestar-lhe  justo tributo,  mas, sim, alicerçado em projeto que  ela desenvolve,  para enaltecer  notáveis ‘abceanos’ que não esmorecem – nas suas áreas de atuações – na difusão da Cultura regional.

Ficamos cá a divagar: o que estará em foco na página Memória do dia 2 de setembro de 2037, quando será comemorado com pompa e circunstância o jubileu de ouro da Memória? Será que estará em foco que finalmente foram encontradas evidências da existência da Vila de Santo André da Borda do Campo, que foi fundada no dia 8 de abril de 1553 e extinta alguns anos depois da criação da Vila de São Paulo de Piratininga?

Toda honra e toda glória para o incansável paladino em prol da memória regional. Saudações medicinetes.

João Paulo de Oliveira é professor-mestre e coordenador pedagógico.

Palavra do leitor

Nós, os congressistas do 14º Congresso de História do Grande ABC, temos a grata satisfação de prestar tributo ao escritor e jornalista Ademir Medici, incansável paladino em prol da memória regional, porque no dia 2 de setembro, a página Memória comemorou seu 30º natalício. Nos seus primórdios, começou neste periódico Diário ocupando espaço da página 2 do caderno Setecidades, intitulado coluna Memória, e na contemporaneidade ocupa a página inteira, com o nome de Memória.

Ademir pode ser considerado patrimônio do Grande ABC. Desde 1976 ele vem dedicando-se – com afinco – à memória regional, porque nesse ano começou a publicar nas edições dominicais ‘A História dos Bairros do Grande ABC’. Também em 1976, Ademir ganhou, em parceria com o saudoso jornalista Édison Motta (1953-2015), o cobiçado Prêmio Esso, na categoria regional, pela publicação de série de reportagens, da lavra dos experts jornalistas, neste Diário, intitulada ‘A Metamorfose da Industrialização’.

Podemos afirmar – sem titubear – que a chegada do ‘rei sol da memória regional’ foi divisor de águas, no que tange a valorizar, receber, sistematizar e divulgar as milhares de fotografias, correspondências e entrevistas de antigos moradores, que generosamente enviam ao pertinaz Ademir, com o escopo de perpetuar a memória de entes queridos, que deixaram marcas indeléveis entre nós, bem como fotografias que deixam patente a vertiginosa transformação urbana ocorrida nos sete municípios, que antes das emancipações eram um único: São Bernardo.

Ademir não é afeito a homenagens, mas a nobilíssima escritora e ativista cultural Dalila Teles Veras continua disposta a também prestar-lhe justo tributo, pelo seu labor e dedicação em prol da memória regional (ele começou a trabalhar no Diário em 1972 e é o mais antigo funcionário do periódico na ativa) reunindo medicinetes, na Livraria Alpharrabio, não somente para prestar-lhe  justo tributo,  mas, sim, alicerçado em projeto que  ela desenvolve,  para enaltecer  notáveis ‘abceanos’ que não esmorecem – nas suas áreas de atuações – na difusão da Cultura regional.

Ficamos cá a divagar: o que estará em foco na página Memória do dia 2 de setembro de 2037, quando será comemorado com pompa e circunstância o jubileu de ouro da Memória? Será que estará em foco que finalmente foram encontradas evidências da existência da Vila de Santo André da Borda do Campo, que foi fundada no dia 8 de abril de 1553 e extinta alguns anos depois da criação da Vila de São Paulo de Piratininga?

Toda honra e toda glória para o incansável paladino em prol da memória regional. Saudações medicinetes.

João Paulo de Oliveira é professor-mestre e coordenador pedagógico. 



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