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Começa o 14º Congresso. Rio Grande da Serra, boa sorte


Ademir Medici

10/11/2017 | 07:00


 É hoje. Para a memória do Grande ABC, o grande dia. Tempo de iniciar o 14º Congresso de História do Grande ABC. Local: Teatro Municipal de Rio Grande da Serra. Abertura oficial: 9h30. Prefeito Gabriel Maranhão, contamos com a sua presença.

Fecha-se o segundo ciclo: as sete cidades terão completado, cada uma, dois congressos realizados – o congresso anterior, em Rio Grande da Serra, foi em 2002.

Em 2019 começará o terceiro ciclo, de volta a Santo André, onde tudo começou em 1990, uma ideia do professor José de Souza Martins com o aval imediato do professor Celso Daniel, que vivia o segundo ano como prefeito de Santo André.

Em 1990 não havia Consórcio Intermunicipal, nem Fundação Pró-Memória. Ensaiavam-se os conselhos municipais de preservação dos bens histórico-culturais. O Museu de Santo André ainda seria instalado no seu atual endereço. A estrutura da memória oficial em São Bernardo limitava-se a uma sala dentro da Biblioteca Monteiro Lobato – a Sala São Bernardo. E assim por diante.

Mas já havia a página Memória, do Diário do Grande ABC. E esta página tanto bateu, tanto criticou, tanto deu murro em ponta de faca que as coisas foram acontecendo. E havia o Gipem – vocês sabem o que foi o Gipem?

 

O Grupo Independente de Pesquisadores da Memória do Grande ABC nasceu há 30 anos, formado por idealistas. Gente que ama esta região. E que sempre lutou pela construção da memória.

Nomes? Vamos lá, mesmo sabendo que cometeremos injustiças pela falta de nomes de muitos abnegados.

Adriana Andreone, Aida Bressan, Alexandre Takara, Antonio de Andrade, Antonio Carlos Rizzo, Antonio Gomes de Melo (A. G. Melo), Antonio Orlando, Antonio Perez, Antonio Possidonio Sampaio, Arlete Assumpção Monteiro, Arlete Feriani, Arlindo Albino Marques, Attilio Pessotti.

Beltran Asêncio.

Carolina Leardini Rimazza, César Lívio, Claudinei Rufini.

Dalila Teles Veras, Doraci Sponchiato (Dorinha).

Eliane Maria Marques.

Fídia Zamboni.

Gerson Gomes da Silva, Guadalupe Rocca, Gisela Leonor Saar.

Hildebrando Pafundi.

Jayme da Costa Patrão, João de Deus Martinez, João Sérgio Rimazza, Jorge Joaquim Magyar, José Carlos Soares de Oliveira, José Duda Costa, José Roberto Gianello.

Henry Veronesi, Hugo Duzzi.

Iracema Mathias Rocca.

Levi Correa de Araujo, Lidia Colalilo Ceccon, Lúcia Cristovão Melges, Luiz João Marotti.

Maria Inês Leme de Moraes, Mário Stangorlini, Moacyr Antonio Ferrari.

Octaviano Armando Gaiarsa, Odette Tavares Bellinghausen.

Paschoalino Assumpção, Philadelpho Braz, Paulo Gomes da Silva.

Renato Mariani, Roberto Bottacin.

Silvia Helena Passarelli, Sônia Antico, Sonia Maria Franco Xavier, Suely Fenerich.

Valdecírio Teles Veras, Valdenízio Petrolli, Vangelista Bazzani (Gili), Vicente D’Angelo.

Walter Adão Carreiro, Walter Bevilacqua, Walter Gallo, Wilson Stanziani...

 

O CONVITE DA ARLETE

E pela história do Gipem, seus 30 anos completados, o 14º Congresso de História homenageará a entidade, que nunca foi registrada, quase anárquica, mas com tanta história a contar.

A socióloga Arlete Feriani conduzirá a homenagem. Por isso, ela pede que todos os integrantes do Gipem, de ontem e de sempre, prestigiem o 14º Congresso, em Rio Grande da Serra. A homenagem está programada para amanhã, às 10h. Não faltem.

 

GIPEM NA TV

Se você quiser saber mais sobre o Gipem, sintonize o DGABC TV – www.dgabc.com.br. Graças a Fernando Villafranca recuperamos um vídeo feito em julho de 1990, antecedendo a abertura do 1º Congresso de História.

Naquela oportunidade, o Gipem reuniu alunos do EJA – serviço de Educação de Jovens e Adultos. De ônibus, pesquisadores e estudantes percorreram pontos da região, do Pouso Paranapiacaba (casa de pedra) ao Museu de Rua ‘Duas Cidades, Duas Histórias’, montado entre a estação ferroviária de Santo André e o terminal de ônibus.

Adriana Andreone, Antonio de Andrade, Jayme Patrão, Paschoalino Assumpção, Valdenízio Petrolli, Vangelista Bazzani estão no vídeo. E há uma surpresa.

Enquanto discorria sobre a sede do Núcleo Colonial de São Caetano, na Praça Ermelino Matarazzo, no bairro Fundação, o professor e jornalista Valdenízio Petrolli foi interrompido pela sirene da Matarazzo. Alto e estridente, o barulho fez Petrolli se calar por instantes. Mas não perdeu a pose:

– Amigos, vocês estão ouvindo uma das últimas vezes em que esta sirene tocou. A Matarazzo está encerrando suas atividades.

E encerrou mesmo. Mas aí está a memória do Grande ABC, firme e forte. E o Gipem também. Daí a linda homenagem de amanhã, na histórica Rio Grande da Serra.

 

Diário há 30 anos

Terça-feira, 10 de novembro de 1987 – ano 30, edição 6595

Primeira Página – Tribunal Federal concede liminar para a Autolatina (Ford e VW).

E a holding livra-se das pressões governamentais para seguir a regra dos preços dos veículos.

 

Hoje

Dia da Indústria Automobilística

Dia do Trigo

Dia do Deficiente Auditivo

 

Santos do Dia

André Avelino

Florência

Leão Magno

Ninfa

 

Em 10 de novembro de...

1917 – Terminam as manobras do 43º Batalhão de Caçadores em Santo André. Permaneceram em campos da região desde 26 de outubro.

Os soldados retornam em trem especial a São Paulo. Desembarcam no Brás. Desfilam por todo o Centro até o quartel em Santana.

No retorno, a tropa é acompanhada por autoridades locais: senador Flaquer, prefeito Saladino, Antonio Queiroz dos Santos (delegado de polícia), professor José Augusto Leite Franco, jornalista Nicolau Antonio Arnoni. Flores são oferecidas ao comandante Magalhães.

1937 – Getúlio Vargas dissolve o 4º Congresso. Instaura o Estado Novo; promulga a 3ª Constituição da República conhecida como ‘Polaca’. Na prática, o Brasil ganha uma ditadura constitucional.

 

 

OBITUÁRIO

Alberto do Carmo Araujo

(Januária, MG, 17-7-1934 – São Caetano, 1º-11-2017)

O esporte sempre esteve presente na vida de Alberto do Carmo Araujo, o Giba de São Caetano. Só de Prefeitura foram 37 anos seguidos, quase sempre no setor de esportes. Foi diretor do setor. Integrou a comissão municipal de esportes. Por três vezes presidiu a Liga de Futebol. E no rádio nunca deixou de abrir espaço ao futebol amador, sem se esquecer do profissional.

O radialista Giba. Sua primeira experiência ao microfone foi com o serviço de alto-falante que existia no terminal rodoviário de São Caetano. Depois integra a equipe do programa Cacique nos Esportes, da Rádio Cacique. Faz carreira na Rádio ABC e na Rádio Atual, como comentarista e repórter volante.

Flávio Prado, da Jovem Pan e da TV Gazeta, foi foca do Giba na Rádio ABC.

Giba morava no bairro Nova Gerty. Parte aos 83 anos. Está sepultado no Cemitério da Saudade, no bairro Cerâmica. A missa de sétimo dia será celebrada hoje, às 19h30, na Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Vila Gerty.

 



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