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Torres evita cravar nomes a deputado pela municipal

Ari Paleta/Arquivo DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ex-presidente retorna ao comando da sigla, porém pondera que estratégia virá da estadual


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

17/10/2017 | 07:02


Eleito no domingo para retornar à presidência do PSDB de Santo André, Ricardo Torres evitou cravar nomes dos prováveis candidatos a deputado (estadual ou federal) com aval da municipal no pleito do ano que vem. O dirigente ponderou que a tática caberá ao diretório estadual do partido. “Podem existir candidaturas forjadas aqui (na cidade), mas precisamos ver qual será a estratégia. Atualmente, ocupamos as principais prefeituras da região. Vamos defender pleito na estadual, ajudar, só que caberá à estadual definir.”

Torres volta a comandar a sigla após hiato de dois anos – ficou dois mandatos entre 2011 e 2015 –, quando passou o bastão para Marcelo Chehade, atualmente secretário de Esportes, que abriu mão da disputa. Chehade é um dos quadros que se colocam como postulantes à Assembleia, assim como o vereador Pedrinho Botaro. Outro parlamentar, Professor Minhoca, eleito vice na nova composição, pretende pleitear vaga de deputado federal. Ele era sondado por outras siglas, no entanto, a abertura na executiva indica a permanência no tucanato.

“O partido mostrou que me respeita. Eu me senti valorizado. De fato, tive convites (PSD e Podemos), mas o PSDB fez a lição de casa, contemplou os vereadores”, disse Minhoca, referindo-se também ao espaço concedido ao parlamentar André Scarpino, Pedro Botaro (antigo militante e pai de Pedrinho) e à mulher de Edilson Fumassa. Para Minhoca, o partido necessita se posicionar para consolidar crescimento. “O PSDB estava apagado antes. Dá para brigar mais, ouvir a coordenação regional. Temos 22 vereadores no Grande ABC. Podemos buscar reunião (de lideranças) para fazer deputado.”

O novo presidente pontuou que retoma a direção por “conjunção de forças políticas”, com apoio e unidade – não houve concorrência. “Coloquei que não entraria em disputa”. Segundo Torres, o trabalho se dará com vistas a encabeçar projeto de “capilarizar” o número de filiados ao tucanato – hoje, são 4.500 adesões –, fazendo o elo com a sociedade, além de reeleger o prefeito Paulo Serra (PSDB) e aumentar a bancada na Câmara. “Queremos fazer fóruns de discussão, reatar elo de comunicação”, vislumbrou.  



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