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Saiba os motivos que levaram o Renault Kwid ao sucesso

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vagner Aquino

13/10/2017 | 07:49


O espaço atrás é mínimo. No porta-malas cabem apenas 290 litros de bagagem e a suspensão bate seco quando em pisos irregulares. Ainda assim, o Renault Kwid foi um fenômeno de vendas no primeiro mês fechado após seu lançamento (no comecinho de agosto). De acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o modelo vendeu mais de 10 mil unidades em setembro e já ocupa o segundo lugar do ranking nacional – só perde para o Chevrolet Onix, que superou as 17 mil unidades no respectivo mês.

Um dos principais motivos da grande aceitação, claro, é o preço. Afinal, há pouquíssimas opções abaixo dos R$ 30 mil no mercado brasileiro. Sem contar que essa história de chamar o carro de SUV dos compactos (o Inmetro o considera assim por conta, entre outros detalhes, da distância em relação ao solo, de 18 centímetros, que já o enquadra na categoria). Isso conquista a clientela nacional, afinal, brasileiro gosta de ostentar e, apesar de não haver funcionalidade alguma, os apliques plásticos dão ar parrudo ao compacto.

Por outro lado, quem comprou o carrinho vai aprovar a boa ergonomia, o silêncio a bordo e, sobretudo, a economia de combustível. Sim, o motor 1.0 tricilíndrico do Kwid (de 70 cv de potência máxima, pois, com gasolina, cai para 66 cv) fez média de 15,5 km/l na cidade – com o derivado do petróleo. É isso que o consumidor de carro barato procura: baixo custo e bom pós-vendas.

E neste quesito o Kwid – que chegou ao País para substituir a lacuna deixada pelo Clio – também não deixa a desejar. A Renault promete três anos de garantia e revisões que custam menos de R$ 1 por dia. Outro ponto que atraiu a clientela é a lista de itens disponíveis. Pelo montante, o modelo (produzido no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, Paraná) vem com quatro air bags (dois frontais e dois laterais, o que é inédito no segmento), além de dois pontos de fixação Isofix, para cadeirinhas infantis. Achou pelado? O comprador também! Tanto que a versão mais vendida (com 67% do mix) é a intermediária Zen (R$ 35.990), que traz ar-condicionado, direção elétrica, travas e vidros dianteiros com comando elétrico e rádio com entradas USB, auxiliar e bluetooth.

Na versão avaliada – a Intense, de R$ 39.990 –, o SUV dos compactos tem até botão de abertura interna do porta-malas, chave canivete e central multimídia com GPS e câmera de ré – inexistentes na concorrência, composta por Fiat Mobi e VW up! que, respectivamente, partem de R$ 29.990 e R$ 37.990.



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