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Automóveis

Publicado em sexta-feira, 19 de maio de 2017 às 16:19 Histórico

Dirigimos a Chevrolet S10 flex, agora com câmbio automático

A Chevrolet S10 foi a primeira picape média a oferecer motor bicombustível, em 2007. Porém, ficou para trás na hora de adicionar o câmbio automático para tal configuração – tinha, até agora, apenas a opção de transmissão manual de seis marchas. Mas chegou a hora. E o modelo em questão (vendido desde o fim do mês passado) chegou às mãos do Diário para teste.

O motor é o mesmo 2.5 CIDI, de 206 cv de potência máxima. A ideia é concorrer com sua principal rival, Toyota Hilux, que já tem esta configuração no portfólio.

A novidade da GM tem cabine dupla e, na versão avaliada (LTZ 4x4), custa R$ 129.990. Para base de comparação, na mesma configuração (e motor 2.7) a rival direta sai por R$ 133.740.

No pacote de itens, a S10 flex automática vem com direção elétrica progressiva inteligente, os alertas de colisão frontal e de saída de faixa, assistente de partida em rampa, controle eletrônico de estabilidade e de tração, faróis e lanternas com LED, banco do motorista com ajustes elétricos, sistema multimídia MyLink com Andoid Auto e Apple Car Play, além da tecnologia OnStar – vulgo mordomo a bordo, onde uma central telefônica é conectada diretamente ao veículo.

A novidade fica por conta da possibilidade de partida remota do motor pela chave (dá para, por exemplo, climatizar a cabine antes de os ocupantes adentrarem o veículo).

OUTRAS MUDANÇAS
A transmissão de seis velocidades é a mesma do modelo a diesel, mas foi recalibrado para harmonizar com o 2.5 flex. Mas a marca não apenas tirou a caixa de câmbio de uma picape (diesel) e colocou na outra (flex). Houve melhorias no alongamento da relação do diferencial, contribuindo para a redução das rotações do motor e, consequentemente, otimização de consumo. Durante nosso teste, beirou os 9 km/l em trecho combinado (cidade e estrada).

DESEMPENHO
Dirigindo, as respostas do câmbio automático são bastante precisas quando se aciona o pedal da direita. Isso, graças ao novo mapa de aceleração, herdado da picape norte-americana Chevrolet Colorado, informa a GM. A novidade também está mais estável, nada daqueles chacoalhões das primeiras S10.

Além da transmissão (que deve impulsionar as vendas e, quem sabe, abocanhar o lugar da Hilux, sendo então a mais vendida do segmento de picapes médias), a S10 manteve as características do último facelift (de 2016). A única mudança fica por conta da identificação ‘S10’ nas portas dianteiras e na tampa traseira, seguindo assim o padrão global.



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