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Roberto Marinho e a relação com Mauá


Fábio Martins

28/04/2017 | 07:00


Marco histórico de Mauá, a Praça 22 de Novembro, na região central, denominada em referência à data da emancipação político-administrativa da cidade, corre risco de ter o nome alterado. A citação faz alusão ao plebiscito de 1953. O governo do prefeito Atila Jacomussi (PSB) tem projeto para trocar o nome do bulevar Roberto Marinho para Cônego Belizário Elias de Souza. Com a proposta, o ex-todo-poderoso da Rede Globo, morto em 2003, ficaria sem menção honrosa. Surgiu então a ideia ao vereador Adelto Cachorrão (PTdoB) de apresentar requerimento – aprovado em plenário – para mudar o nome da praça para Roberto Marinho. O que teria feito Marinho para Mauá? Fato é que o Condephat (Conselho de Defesa do Matrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico e Turístico) de Mauá informou que o local é tombado.

Expectativa
O depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve provocar a mobilização de cerca de 700 ônibus para Curitiba, local onde o petista ficará frente a frente pela primeira vez com o juiz Sérgio Moro. Militantes e sindicalistas encabeçam o movimento. O magistrado, que adiou, recentemente, a oitiva para dia 10, teme possível tumulto no dia das declarações de Lula. Ele expôs isso, inclusive em despacho. O pedido para postergar a data partiu oficialmente da Secretaria Estadual de Segurança, embora o depoimento estivesse marcado há pelo menos dois meses.

Tudo nutella?
O oposicionista Willians Bezerra (PT), de Santo André, não resistiu aos chamados e tirou foto ontem com o prefeito Paulo Serra (PSDB) no plenário. Ao fim da apresentação do projeto de regularização do Centreville, o tucano foi tirar a tradicional imagem ao lado dos vereadores e, desta vez, até mesmo Willians, tido como ‘petista de raiz’ por sua atuação, se enquadrou próximo ao prefeito.

CPI fundo de quintal
A Câmara de Diadema decretou ponto facultativo hoje, data marcada para ocorrer a greve geral em todo o País. A decisão influencia no trabalho inicial da chamada CPI de fundo de quintal. Era o segundo dia de reunião do bloco para averiguar contratos da Secretaria de Educação na gestão do prefeito Lauro Michels (PV) com construtora situada nos fundos de um cortiço na periferia.

Votação dos deputados federais
Mais uma vez os deputados com reduto na região votaram de maneira distinta na Câmara Federal, quarta-feira. O projeto em questão diz respeito ao texto base da polêmica reforma trabalhista proposta pelo governo Michel Temer (PMDB). Enquanto o parlamentar Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT), deu crivo contrário na apreciação, Alex Manente (PPS) votou favoravelmente pela implantação da mudança na lei em vigência.

Protelado
Projeto antipichação do Paço de Ribeirão Pires foi adiado por três sessões. A postergação deu-se a pedido do vereador Edson Savietto, o Banha (PPS). O popular-socialista alegou que o ex-colega e hoje vice-prefeito Gabriel Roncon (PTB) indicou que, antes da votação, o prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB) quer passar nos estabelecimentos comerciais e falar da importância da medida.

Pedido na Segurança
Em visita ao secretário de Segurança Urbana da cidade de São Paulo, José Roberto Rodrigues de Oliveira, o vereador oposicionista de São Caetano César Oliva (PR) tratou de possível acordo para instalação de câmeras de monitoramento na Avenida Almirante Delamare, na divisa entre São Caetano e a Capital. Como não é da base não teve participação do Paço. 



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