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Planejamento e gestão à economia


Do Diário do Grande ABC

21/04/2017 | 12:25


O sobe e desce do valor da conta de luz faz com que a população adote diversas medidas para economizar energia em suas casas. Mas e os grandes consumidores de energia, como indústrias e comércios, o que podem fazer para baratear a sua fatura?

Talvez você ainda não saiba, mas o governo de São Paulo possui o Sistema Gesfat (Gestão e Análise de Faturas e Contratos de Energia Elétrica), programa realizado pela Secretaria Estadual de Energia e Mineração para gerenciar os contratos de fornecimento de energia elétrica em órgãos públicos do governo paulista como escolas, hospitais, escritórios, entre outros. 

O programa acaba de completar cinco anos com muitos motivos para comemorar, isso porque, neste período, foram economizados para os cofres públicos R$ 59 milhões na gestão e monitoramento de 1.648 unidades de alta e média tensão do governo estadual.

No total, 707 contratos sofreram alteração em razão desse trabalho de eliminação de penalidades e da otimização dos contratos de fornecimento com as distribuidoras de energia.

Para se ter ideia, o custo com energia elétrica nas unidades analisadas, em 2016, foi de R$ 397,4 milhões. Já a economia total dos contratos no ano passado foi de R$ 29,4 milhões, o que representa redução de 7,4%. Só as secretarias de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, de Saúde e da Administração Penitenciária respondem por 72% da economia gerada pela gestão das faturas nos últimos cinco anos.

As empresas também podem fazer a gestão de suas contas de fornecimento de energia, analisando os gastos dos meses anteriores e, se for o caso, propor alterações nos contratos deste serviço.

Neste período de redução da atividade econômica e da diminuição da produção de algumas empresas, é fundamental que a iniciativa privada realize a gestão correta dos contratos de energia para que no fim do mês não pague mais do que deveria na conta de luz por não ter atualizado seu contrato.

É muito fácil solicitar essa modificação às concessionárias. Profissional capacitado deve analisar as últimas 12 faturas, onde serão verificados as datas adequadas de vencimento, fator de potência, tipo de contratação e análise do enquadramento tarifário. Se algum desses itens estiver fora de escopo a empresa deve solicitar o novo enquadramento.

Com planejamento e gestão eficiente é possível, neste momento de crise nacional, reduzir despesas e contribuir com o meio ambiente.

João Carlos de Souza Meirelles é engenheiro e secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo. 

Palavra do leitor

Urgente

 Com tantos descalabros imperando na vida nacional, a primeira e mais urgente reforma que precisamos é a política. Os congressistas, com raríssimas exceções, têm seu preço de venda e não têm moral nem ética para propor reformas que mexem com a vida de milhões de brasileiros. Sugiro algumas medidas que podem ajudar. 1 – cortar 1/3 dos cargos eletivos; 2 – eliminar o suplente de senador indicado pelo próprio eleito sem ter tido um voto sequer; 3 – implantar cláusula de barreira para eliminar dezenas de partidos de aluguel; 4 – exigir formação educacional mínima do 2º grau completo para cargos eletivos; 5 – responsabilizar, de forma séria e não de mentirinha como atualmente, os chefes do Poder Executivo por gastos além do arrecadado com impostos. Assim teremos Congresso mais qualificado para nos representar e fazer as demais reformas que precisamos. 

Mauri Fontes

Santo André

Reformas

 Vivemos no País a pior fase da política brasileira. Os que estão hoje na lista dos mais corruptos do Brasil queriam mesmo era a benesse do poder. Na verdade, a quadrilha e o Ali Babá queriam dinheiro sem trabalhar e, assim, travestidos de revolucionários, enganaram a todos. Essa corja de deputados e senadores não tem condição moral nenhuma de votar nada. O que a população está esperando para destitui-los? Talvez acabar a próxima novela ou o Campeonato Brasileiro. Infelizmente a mansidão do povo brasileiro permite a esse tipo de quadrilha agir. Sem formação política e sem acesso a serviços públicos de qualidade, a maioria da sociedade fica refém das quadrilhas infiltradas na política brasileira. Se existem políticos honestos no Congresso, então apareçam e tenham coragem de falar à Nação.

Ailton Gomes

Ribeirão Pires

Boca santa

 Se o empresário Marcelo Odebrecht continuar falando, já, já vamos saber aonde estão os corpos de Ulysses Guimarães e Eliza Samudio, também quem mandou matar PC Farias, Celso Daniel, Edmundo Pinto e Odete Roitmam, de como o Fluminense ‘escapou’ da Série B do Brasileiro, como o Corinthians tem dois mundiais e apenas uma Libertadores, o que aconteceu realmente no último episódio do desenho animado Caverna do Dragão e, finalmente, que marmelada era aquela Ilha de Lost. Por favor, Marcelão, descubra também por que esses presos políticos não devolveram ainda a grana que roubaram! Onde anda essa grana toda? Fale também aonde a família Odebrecht arrumou toda essa dinheirama. Será que é fabricação própria de espécies? Por favor, não traga para nossa cidade. Espero que nem saiba onde fica Santo André. Nem de avião passe aqui! 

Antônio Carlos de Souza

 Santo André

Palocci

 Antonio Palocci diz estar disposto a revelar nomes em seu depoimento dado ontem ao juiz Sérgio Moro. Isso soou como ameaça a Lula e aos petistas e também alerta de que para falar quer contrapartida. E depois Palocci disse que não tinha contrapartidas com os Odebrecht. Palocci esqueceu-se da sala cheia de malas quando ocupava a ponta de imensa mesa no Palácio do Planalto no dia 1º de janeiro de 2003? Há tantas testemunhas, será que ninguém gostaria de contar como se dava a arrecadação?

Izabel Avallone

 Capital

 

Resposta 

 Em resposta ao leitor Copiniano de Souza (Assim fica mais difícil, ontem), esclarecemos que o pagamento do IPVA é de extrema importância ao Estado e ao município, para que investimentos em diferentes áreas sejam feitos. É importante conscientizar o cidadão de que o pagamento do IPVA deve ser feito na cidade onde mora e onde o veículo é utilizado com mais frequência, já que isso aumenta o custo de manutenção das ruas e sinalizações, por exemplo. O cálculo do imposto é proporcional à depreciação do automóvel. O montante arrecadado é repartido em 20% para o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), e o restante é dividido entre Estado e município de registro do veículo.

Secretaria da Fazenda do

 Estado de São Paulo


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