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Contribuições ainda geram ruído no PSDB


Fabio Martins

21/04/2017 | 07:00


As contribuições partidárias no tucanato ainda têm rendido ruídos entre integrantes do Paço e da Câmara de Santo André. O presidente municipal do PSDB e secretário de Esportes, Marcelo Chehade, efetivou a cobrança da fatura mensal (3% dos subsídios) a vereadores da bancada – são quatro cadeiras –, conforme consta no estatuto, mas estendeu assessores de gabinete – 12 no total –, mesmo que não sejam filiados. A situação gerou desconforto entre alguns parlamentares, que jogam a mesma responsabilidade de auxílio ao alto escalão. Chehade confirmou o pedido por recolhimento, relatando ser medida natural. “O partido tem custos. Quem possui (cargos) comissionados é lógico que precisa pagar essa contribuição. Não vejo nexo assessor não ser filiado, mas caso não seja sobra para o vereador”, disse, ao alegar que o regimento interna veda cobrança a postos de chefia, referindo-se ao governo.

Cargo no governo
O PEN de São Caetano, comandado pelo ex-vereador Gilberto Costa, segue reproduzindo discurso de independência à gestão de José Auricchio Júnior (PSDB). O problema é que o único parlamentar da sigla, Caio Funaki, sustenta linha governista na Câmara e sequer tem participado dos encontros realizados pela executiva municipal. Não só isso. O irmão do vereador, Alexandre Funaki, foi oficialmente nomeado no Paço no cargo de assessor três, na Pasta de Assistência Social. O quadro retrata que a briga interna continua sólida.

Mal tratado
Vereador de primeiro mandato, o governista Edilson Fumassa (PSDB) reclamou ontem na tribuna que tem sido maltratado em visitas feitas a UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da cidade. O tucano afirmou que ao chegar nos equipamentos, sem citar quais as unidades, foi cobrado por munícipes pela falta de medicamentos. Mas ele concluiu: “Vou deixar de ser bonzinho”, prometeu.

Pesquisa dos 100 dias
Comunidade chamada Nossa Santo André, registrada no Facebook, abriu um link com pesquisa sobre os 100 dias de governo do prefeito Paulo Serra (PSDB). A sondagem – sem métodos científicos – não mostra dados parciais do levantamento. No post publicado no dia 17 não há previsão de divulgação de resultados. O tucano completou o período no dia 10.

Cutucada do Sindema
Presidente reeleito do Sindema (Sindicato dos Servidores Públicos de Diadema), José Aparecido da Silva, o Neno, compareceu ontem à Câmara e cutucou a gestão Lauro Michels (PV). Em fevereiro, o verde prometeu reajuste com base na inflação do período. Um mês depois da data base, não há proposta. “Eu disse que nenhuma negociação seria fácil. Entregamos a pauta de reivindicações e não teve avanço. Prova que estou certo.”

Barreira à imprensa
Integrante da CPI da empresa fundo de quintal, o parlamentar Josa Queiroz (PT), de Diadema, negou em público, na tribuna, que houve impedimento à imprensa acompanhar a primeira reunião do bloco. O petista descartou qualquer medida para criar obstáculos. Está errado, vereador. Foi colocado empecilho sim, mas veremos os próximos passos. A conferir.

PRB rompe
A bancada do PRB na Assembleia Legislativa decidiu romper alinhamento político com o governo Geraldo Alckmin (PSDB), deixando a base de sustentação. O partido possui cinco cadeiras na Casa e já havia demonstrado a insatisfação com o tucano por conta da perda de espaço na administração. Com o anúncio, a ideia da legenda é formar ala de linha independente. 



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