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Transmissão CVT é a arma do JAC T5 para encarar a concorrência

Ricardo Trida/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vagner Aquino

21/04/2017 | 07:37


“É o novo SUV da Hyundai?” “Que marca é essa? Mercedes?” “Concorre com (Ford) EcoSport?” Essas são algumas das perguntas de quem se depara com o JAC T5 pelas ruas, evidenciando que (mesmo há mais de um ano no mercado), o utilitário chinês ainda é desconhecido pelo público. Também pudera, a concorrência aqui (composta por HR-V, Renegade, Kicks e companhia) não é mole.

Apesar do anonimato, o modelo em questão traz consigo uma inovação importante: é o primeiro JAC com câmbio automático do mercado brasileiro. Desde o fim do ano passado o modelo oferece também a opção da transmissão CVT (continuamente variável) no portfólio. Custa R$ 73.490 em única versão de acabamento – ou alguns reais a mais com a inclusão de itens extras.

Na prática, a condução não é das mais eficientes. As trocas de marcha retardam bastante, o giro sobe, o carro grita e a economia de combustível vai para o ralo. Ainda assim, se o pé do motorista for um pouco mais leve, o jipinho urbano chega a 10 km/l, conforme o Diário constatou durante a semana de avaliação. Porém vale para quem preza pela ausência da necessidade da troca de marchas. O motor 1.5 de até 127 cv (que poderia ser mais forte, diga-se) é bicombustível.

Se no desempenho o modelo perde para outros rivais, no espaço, agrada. No porta-malas, vão até 600 litros. Para base de comparação, o Renegade leva quase um terço deste volume, e o Kicks, pouco mais de 430 litros. Aliás, este último é, segundo a JAC, o maior concorrente do modelo em questão, por isso ataca com itens importantes na lista como ar-condicionado digital e automático, sistema de monitoramento de pneus, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis, luzes em LED, sensor de estacionamento, faróis com regulagem elétrica de altura, freios a disco nas quatro rodas e a eficiente direção elétrica.

Visualmente, nada muda em relação ao modelo base (manual de cinco marchas, de R$ 66.490). Por dentro, o acabamento abusa do plástico, mas nada que seja tão fora do que é encontrado no mercado. Já a (opcional) central multimídia precisa melhorar muito. Além do delay, os barulhos de games dos anos 1980 emitidos quando se pressiona qualquer tecla acaba tirando a paz dos ocupantes a bordo.



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