Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 21 de Novembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Internacional

internacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Europa pede investigações sobre mortes na Venezuela

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Mortes ocorreram em protestos na Capital,
em San Antonio de los Altos, Caracas e Táchira



20/04/2017 | 09:44


A União Europeia (UE) pediu investigações em relação às mortes ocorridas durante os protestos na Venezuela, na noite de ontem. Bruxelas insiste que os responsáveis pela violência precisam responder pelos incidentes e pede que o diálogo volte a ser estabelecido.

"Pedimos a todos os venezuelanos que se unam para reduzir a tensão e encontrar soluções democráticas dentro do marco da constituição", indicou a porta-voz de política externa da Comissão Europeia. "Apenas um engajamento pacífico e construtivo pode parar a deterioração da situação na Venezuela e construir uma perspectiva melhor para seu povo", insistiu.

Na quarta-feira, dezenas de milhares de pessoas foram às ruas de Caracas e outras cidades da Venezuela para protestar contra o governo do presidente Nicolás Maduro. Em resposta, o chavismo organizou um ato em Caracas de apoio a Maduro.

O líder chavista Diosdado Cabello informou que um membro da Guarda Nacional Bolivariana tinha sido morto em San Antonio de los Altos, periferia de Caracas, e atribuiu a culpa à oposição. Na capital, um jovem de 17 anos identificado como Carlos José Moreno levou um tiro e morreu. Em Táchira, perto da fronteira com a Colômbia, uma mulher de 24 anos morreu após ser baleada.

"Pedimos uma investigação sobre essas mortes e atos de violência que ocorreram durante os protestos, e para que aqueles responsáveis sejam condenados", insistiu Bruxelas.

"Os atos de violência durante os protestos são altamente lamentáveis", disse a UE. "Estamos entristecidos pelas mortes de um homem e de uma mulher, e preocupados com os relatos de muitos feridos", apontou. Os europeus, em seu comunicado, não fizeram referências ao soldado morto.

"Todas as pessoas envolvidas, inclusive membros das Forças de Seguranças, tem a responsabilidade de agir em total cumprimento do estado de direito e direitos humanos", insistiu Bruxelas.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.


Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados