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Podia ser parecido, mas não idêntico


Fábio Martins

15/04/2017 | 07:00


Depois de projeto do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), repercutir no âmbito estadual – de forma negativa e positiva – no que refere-se à lei antipichação, já avalizada também em Santo André e São Bernardo, o vereador governista Paulo Bezerra (PV), de Diadema, no exercício do primeiro mandato, encaminhou proposta semelhante para implantação da matéria na cidade, gerida pelo prefeito e correligionário Lauro Michels. O problema está no fato de o texto não ser apenas parecido. Todo o conteúdo é idêntico, sem observar eventuais características locais que necessitam ser consideradas. Pelo contrário. Destaca, por exemplo, em um dos artigos, que as prefeituras regionais fariam o cadastro dos pichadores, situação encontrada na Capital. É o famoso copia e cola, na íntegra.

Fim do foro
O fim do foro privilegiado segue na pauta do Congresso Nacional a passos lentos. O projeto que poderia ajudar a reduzir a impunidade no País é bandeira de manifestações populares. Em tempos de delações premiadas, no entanto, não parece que deputados e senadores no geral tenham interesse em avançar com a proposta no momento. Na tentativa de encampar pressão sobre os colegas de Casa, o parlamentar federal Alex Manente (PPS, com reduto no Grande ABC) abriu em seu site uma petição pública.

Gafe da organização

Quem observou os bastidores do evento de anúncio do convênio entre o Paço de São Bernardo e a Uninove, na quarta-feira, apontou falhas da organização. O prefeito Orlando Morando (PSDB) compareceu à nova unidade de ensino, no bairro Planalto, para conhecer o equipamento. Devido a erros de comunicação da instituição, a equipe do tucano ficou sem saber por onde Morando iria entrar no espaço.

Barrado no PED

Ex-vereador de Mauá e líder do governo Donisete Braga (PT) na Câmara, José Luiz Cassimiro (PT) foi barrado ao entrar no local de votação no PED (Processo de Eleições Diretas) por não estar em dia com as contribuições partidárias. Com a situação, o hoje militante não pôde ajudar na vitória de seu ex-assessor Getúlio Júnior, o Juninho, que venceu a atual dirigente Cida Maia. 

Jantar do tucanato

Com parte da cúpula do tucanato na esfera nacional sendo mencionada nas listas de delação do grupo Odebrecht, os prefeitos tucanos da região tendem a ganhar espaço no partido. O prefeito de Santo André, Paulo Serra, reuniu-se nesta semana com o presidente paulista da sigla, deputado Pedro Tobias, e o secretário estadual da Casa Civil, Samuel Moreira, também tucano. O jantar, na Capital, serviu para reforçar relações partidárias. 

Crítica à lei

O ex-prefeito Donisete Braga (PT), de Mauá, usou as redes sociais para criticar reforma administrativa do atual prefeito Atila Jacomussi (PSB). O petista alegou que enviou proposta no ano passado – só no fim do mandato – construída junto à FGV (Fundação Getulio Vargas), com diminuição de quase 100 cargos em comissão, restando 457, sendo 30% destinados a postos efetivos. O de Atila corta 76. 

Oposição na Casa

Denominado ‘Quero um PT Diferente’, um material de campanha interna da candidatura de Zé Paulo Nogueira (PT), nome na disputa pela presidência do partido em Santo André, destaca lista de ações políticas, como fazer oposição ao PSDB, do prefeito Paulo Serra e do governador Geraldo Alckmin. O curioso é que o postulante possui apoio de vereadores da bancada na cidade.



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