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Dirigimos a versão topo do SUV Hyundai Creta

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vagner Aquino

14/04/2017 | 07:01


Santa Fé, Tucson, ix35. Esta é a gama de SUVs vendidos pela Hyundai – importados ao Brasil pelas mãos da Caoa. Mas a marca achou pouco e queria mais, afinal, a sacada hoje é concorrer no mundo dos utilitários compactos (responsáveis por cerca de 15% das vendas totais no Brasil). E foi em dezembro que as linhas de produção da fábrica da derivação brasileira da marca, em Piracicaba, no Interior, passaram a despachar o Creta para as ruas – vendas começaram em janeiro.

A promessa era pegar carona no sucesso do HB20 e incomodar a concorrência. Mas, até agora, os números mostram que a história não é bem assim. De acordo com os dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o modelo é o quarto entre os concorrentes diretos, atrás de, respectivamente, HR-V, Renegade e Kicks.

Embora seu visual não seja dos mais bem resolvidos (aliás, difere um pouco das configurações vendidas em outros mercados), é fato que os preços do Creta são convidativos. Parte de R$ 72.990 na opção de entrada (com motor 1.6 de 130 cv e câmbio manual), indo até os R$ 99.490 na opção topo de linha, com bloco 2.0.

E foi exatamente essa (Prestige) que o Diário pegou para teste. Com câmbio automático de seis velocidades – que, diga-se, amarra um pouco o desempenho do veículo em determinadas situações –, o modelo tem potência de 166 cv e acelera até os 100 km/h em 9,7 segundos. Nesse meio tempo dá para notar o fôlego do motor, que é silencioso quando em condução linear. Em arrancadas e retomadas, grita bastante. Ainda assim, registrou bom consumo (urbano), com média de 11 km/l.

OUTROS DETALHES
Nada a reclamar de suspensões, espaço interno (entre-eixos tem 2,59 metros), capacidade do porta-malas (431 litros) e, principalmente, lista de itens de série.

A configuração topo de linha tem Stop & Go (desabilita o funcionamento do motor em breves paradas), ar-condicionado digital com saídas traseiras, retrovisor com rebatimento elétrico, câmera de ré, seis air bags, gerenciamento de estabilidade, central multimídia, faróis com iluminação lateral (clareia o lado para o qual o volante é esterçado), assento do motorista com resfriamento e bancos revestidos em couro. Mas, um parênteses, se você acha o tom marrom meio cafona, saiba que esta é a única opção.



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