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'Todas as Manhãs do Mundo’, em cartaz em São Paulo, mostra beleza de santuários naturais


Miriam Gimenes

13/04/2017 | 07:00


Há um quarto de século, a vida do mergulhador, cinegrafista submarino, apresentador de TV e produtor de documentários Lawrence Wahba é dedicada à captação de imagens. No caso, de animais. E para comemorar essa ‘bodas’ da profissão, ele acaba de lançar no cinema o longa Todas as Manhãs do Mundo, resultado de 44 semanas de filmagem em alguns dos mais belos santuários naturais do planeta.

O filme, que mescla fantasia e realidade, é narrado por dois personagens principais: O Sol (pai) e a Água (mãe). Como responsáveis diretos pela existência da vida no planeta, eles são interpretados com as vozes dos atores Aílton Graça e Letícia Sabatella, respectivamente.

O documentário demonstra as diferenças entre espécies de animais e plantas, com destaque para os procedimentos de adaptação ao habitat, a luta por comida e as mudanças climáticas. A incrível jornada segue do deserto da Baja Califórnia ao impiedoso ciclo das águas no Pantanal, passando pelas florestas temperadas do Canadá, pelos exuberantes recifes de corais da Indonésia e pelas savanas africanas. “Na verdade é uma grande metáfora que convida o público para uma volta ao mundo”, diz Lawrence.

Nesse imenso panorama de biodiversidade, os animais são os grandes heróis da saga, guiando a narração da ‘troca de turno’ que se inicia a cada dia no infinito ciclo da luta por água e comida ao surgimento dos primeiros raios de luz, por isso o nome do filme.

As imagens que deram vida ao longa-metragem foram captadas ao longo de 44 semanas, com mais de 400 horas de material gravado entre 2010 e 2015, em expedições a Noruega, México, Canadá, Indonésia, Zâmbia, Botswana e Brasil. “Desde criança, tinha esse sonho de trabalhar com imagens de animais. Entrei na faculdade de cinema, comecei a direcionar os trabalhos e entrei em uma produtora. Comecei como cinegrafista de mergulho e fui expandindo o leque. Tudo isso se transformou em paixão. Não consigo me imaginar fazendo outra coisa”, reflete o diretor.

uem quiser conferir o projeto comemorativo, ele está em cartaz no Espaço Itaú de cinema Frei Caneca e na Cinearte da Livraria Cultura (Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2.073. Confira, a seguir, dicas de Waba para os turistas que se sentirem tentados a visitar algumas das paisagens mostradas no longa.

SAVANAS AFRICANAS
(BOTSWANA E ZÂMBIA).
“A grande dica é fazer safáris, inclusive em Botswana. É um país que tem uma área de natureza conservada, muita vida selvagem, e os guias são muito especializados. Quem optar por essa viagem tem de pegar aviões pequenos e ter espírito esportivo, além de contar um pouco com o imprevisto.”

BAJA CALIFÓRNIA (MÉXICO).
“Lá o que mais impressiona é o contraste da aridez do deserto e com a riqueza no mar, já que os dois se encontram. Recomendo fazer os passeios aquáticos, como Whale Watching, para ver baleia. Ideal para mergulhadores de nível intermediário.”

PANTANAL.
“O Pantanal é meu destaque. É pertinho, você voa de São Paulo a Cuiabá por uma hora e quarenta minutos, mais quatro horas de carro e chega na beira do Hotel Porto Jofre (www.portojofre.com.br), que é a porta de entrada para o Parque Estadual Encontro das Águas, melhor lugar do mundo para ver onça e outros animais, como a ariranha, por exemplo. A acessibilidade de lá é ótima.”

CANADÁ.
“Nas florestas do Canadá, de julho a setembro, dá para presenciar a migração do salmão, o que atrai muitos predadores, entre eles águias e ursos. Existem diversas opções de tours e para todas as idades.

INDONÉSIA.
“Uma vez li uma pesquisa que dizia que se você dormir uma noite em cada uma das ilhas da Indonésia vai demorar mais de dez anos para conhecer todo o arquipélago, que é o maior do mundo. Se fosse recomendar um destino seria uma viagem de mergulho para os recifes Raja Ampat, comprovadamente o lugar de maior biodiversidade marinha do planeta, ideal para mergulhadores avançados.” 



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