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Reforma tributária é essencial aos negócios


Simpi

29/03/2017 | 07:29


A 48ª rodada do Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria, encomendado pelo Simpi (Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias) ao Datafolha, mostra quais reformas são aguardadas pelas MPIs (Micro e Pequenas Indústrias) em prol do desenvolvimento do próprio negócio e do País. Para 55% dos entrevistados, a reforma tributária trará mais benefícios às empresas, seguida pela reforma política (23%), reforma trabalhista (19%) e, por fim, a reforma previdenciária (2%). Cerca de 72% também informaram que os impostos cobrados dificultam muito o desempenho da indústria.

Questionados a nível Brasil, os empresários alegaram que a reforma política é a que traria mais benefícios para o País, com 47%. Seguida pela reforma tributária (28%), a reforma trabalhista (15%) e a reforma previdenciária (10%).


Falta de acesso a crédito impede estabilidade

A ausência de capital de giro segue como principal agravante contra o desempenho das indústrias. Para 61% dos entrevistados, o capital da própria empresa é muito pouco, o que traz dificuldades; apenas 4% consideram seu capital como mais do que suficiente. No mês de fevereiro, somente 6% tiveram acesso a linhas de crédito para pessoas jurídicas, ante 11% em janeiro. E 21% recorreram ao cheque especial, enquanto que 4% utilizaram empréstimos pessoais em bancos.

De acordo com o presidente do Simpi, Joseph Couri, este é um cenário que vem se agravando desde setembro de 2014, início da crise. “Sem o crédito, a empresa não anda. Ela não consegue se manter com o próprio capital e falta crédito no mercado, enquanto que os juros do cheque especial e do empréstimo pessoal são impagáveis. E gerir com a falta de dinheiro em caixa pode causar calotes de despesas, atraso no pagamento de benefícios trabalhistas, demissões e até o fechamento do negócio”, afirmou, complementando: “Faltam medidas governamentais que atendam esta questão, ou haverá a deterioração do mercado interno”. 



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