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Advogada-geral nega que vá solicitar fim de sigilo da lista de Janot ao STF

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Estratégia seria uma forma para tentar evitar
que ocorram vazamentos seletivos e graduais



16/03/2017 | 13:37


Em conversas informais realizadas nesta quinta-feira, 16, a advogada-geral da União (AGU), Grace Mendonça, ressaltou que a instituição não pretende apresentar nenhum pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja levantado o sigilo da chamada "lista Janot".

Segundo pessoas próximas à AGU, Grace não aprofundou sobre a questão, mas assegurou que não seria apresentado o pedido ao Supremo. A informação também foi confirmada pela da assessoria da AGU.

A possibilidade de ser apresentado um recurso pela AGU foi colocada pelo presidente Michel Temer em jantar realizado na quarta-feira, 15, no Palácio do Alvorada, com integrantes da bancada do PMDB do Senado. Segundo integrantes do governo, caso fosse feito o pedido pela AGU, ele iria se restringir aos integrantes do Executivo.

A ideia colocada no jantar foi de que o levantamento do sigilo seria uma forma para tentar evitar que ocorram vazamentos seletivos e graduais e que, com isso, haja um desgaste contínuo de integrantes da cúpula do governo.

A reunião com os peemedebistas ocorreu um dia após o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentar ao STF nova lista com nomes que deverão ser investigados no âmbito do processo da Lava Jato. Na ocasião, Janot pediu para investigar ao menos cinco titulares dos 29 ministérios do governo. Entre eles, Eliseu Padilha (Casa Civil); Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), Gilberto Kassab (Comunicações), Bruno Araújo (Cidades) e Aloysio Nunes (Relações Exteriores).

Os números dos políticos investigados e os nomes ainda estão, contudo, sob sigilo, mas Janot pediu ao ministro do STF, Edson Fachin, relator do processo, que torne públicos os autos dos inquéritos. Caberá ao ministro dar a palavra final.



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