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Cultura & Lazer

Publicado em sexta-feira, 2 de dezembro de 2016 às 08:20 Histórico

'Sinto que mudei. Não é um papel simples', avalia Débora Falabella

Débora Falabella faz a mãe em O Filho Eterno. A personagem é minimizada, não existe no livro de Cristóvão Tezza. Débora está no ar com Nada Será Como Antes. Ela fala desses papéis tão diversos.

A série está sendo um sucesso, e é um papel glamouroso. Como é se ver em personagens tão diversas?

O mais engraçado é que o Nada foi gravado há bastante tempo. O Zé (Villamarim) fez a série antes de Justiça. Deu um pouquinho de medo porque era meu primeiro trabalho com o Murilo (Benício, seu marido) desde Avenida Brasil, mas o Jorge (Furtado) disse que escreveu para a gente. Meu pai ajudou a criar a TV em Minas, então é uma coisa que sempre ouvi falar. Além da história de amor, que é linda, as personagens da série são visionárias, à frente do seu tempo. A Verônica tem consciência da questão feminista, que hoje é superatual. Acho maravilhoso.

E a mãe de O Filho Eterno. Ao contrário do pai, ela não rejeita o filho...

O livro do Cristóvão (Tezza) é muito centrado na paternidade. O Paulo (Machline) é que introduziu a mãe. Acho uma coisa linda, um pouco triste também. O pai vai reagindo do jeito dele, e o casal se afasta. Tem uma cena em que ela diz tudo o que sentiu. É tão maduro. Mas para a mãe é algo mais natural. Ela já amava esse filho desde antes de ele nascer. É uma coisa instintiva. Achei muito importante ter feito O Filho Eterno. Sinto que mudei. Não é uma história para se viver impunemente. Espero que isso passe para o público.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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