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Rio Grande prevê gasto adicional de R$ 77 mil com novos servidores

Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vitória Rocha
Especial para o Diário

07/03/2016 | 07:55


A Prefeitura de Rio Grande da Serra prevê impacto financeiro de R$ 77 mil na folha de pagamento do Paço com a contratação de servidores de carreira demitidos há quase 20 anos. Dentre os 80 aprovados, apenas 41 serão admitidos, sendo que sete estão trabalhando desde dezembro. Mesmo em período de crise econômica, o prefeito Gabriel Maranhão (PSDB) não se mostrou preocupado com o gasto adicional. “É insignificante (o valor). O concurso foi feito em 1997 e a grande maioria das pessoas não vai tomar posse”, disse. Atualmente, há 445 funcionários concursados e 219 comissionados.

No fim do ano passado, decisão judicial obrigou o chefe do Executivo a reintegrar funcionários que passaram em concurso público de 1994, só que demitidos em 1997, durante a gestão do ex-prefeito Cido Franco, morto naquele ano, três meses depois de assumir o Paço. Maranhão chegou a declarar que muitos servidores não seriam contratados porque alguns já estavam trabalhando em outros lugares, haviam se aposentado ou mesmo falecido.

Projeto de criação de cargos e salários para readequação ao contexto da economia atual, já que postos ocupados pelos servidores ficaram obsoletos, também foi exigido pela Justiça e aprovado na Câmara de Rio Grande ainda em dezembro.

O concurso realizado em 1994 pelo então prefeito José da Cruz Jardim Teixeira (1993 a 1996) foi anulado em 1997 nos três únicos meses de governança Cido Franco, em sua segunda gestão no município. O prefeito empossado alegou que o processo havia sido considerado irregular pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) por questões como alterações no edital do concurso mesmo após publicação. Desde a demissão, os funcionários aguardavam análise da Justiça para reaverem seus cargos e só em dezembro o processo foi transitado em julgado – não cabe mais recurso.
 



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