Trata-se da mais dramática medida dos Estados Unidos após 11 meses de violenta repressão contra dissidentes do governo de Bashar Assad.
O Departamento de Estado advertiu no mês passado que fecharia a embaixada a menos que o governo de Assad intensificasse a proteção ao local e citou preocupações sobre a segurança dos funcionários e recentes explosões de carros-bomba.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a violência já deixou mais de 5.400 mortos desde março. A revolta começou com manifestações majoritariamente pacíficas, mas rebeldes armados estão intensificando os confrontos com forças de segurança.
O governo Obama exige que Assad deixe o poder e autoridades afirmam que a queda do regime é inevitável. As informações são da Associated Press.
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