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Azulão e XV voltam a se enfrentar após 11 anos

01/02/2012 | 07:30
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Fazer a lição de casa em jogo histórico diante do XV de Piracicaba, às 17h, no Anacleto Campanella. É o roteiro que o São Caetano terá de cumprir no primeiro confronto entre as equipes na história do Campeonato Paulista se não quiser se distanciar dos primeiros colocados. Os times só se enfrentaram uma vez, pela Copa João Havelange - equivalente ao Brasileiro -, em 2000. Ambos estavam no Módulo Amarelo (Série B). O Azulão venceu por 5 a 0, no Anacleto Campanella, palco da partida de hoje.

Como o XV corre atrás da primeira vitória no torneio, o Azulão se cercou de cuidados. "Eles têm jogadores bons e experientes. Empataram com o Santos na estreia e depois perderam outros dois (Botafogo e Bragantino) que na minha opinião não mereciam perder. Temos de ficar atentos", apontou o técnico Márcio Araújo.

Embora os piracicabanos não disputem o Estadual desde 1995, o treinador do São Caetano (subiu para a A-1 em 2000), destaca a tradição do adversário. "Nunca os enfrentei como técnico, só como jogador. É um clube com história. Mantiveram o Moisés Egert, que é um técnico muito competente, conquistou o acesso e conhece bem o elenco. Será jogo bastante difícil."

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O treinador reclamou do horário da partida. Para ele, deveria ser realizada mais tarde. "É um horário em que as pessoas ainda estão trabalhando. É preciso ter um pouco mais de consideração com o público e os atletas, porque com o horário de verão, na verdade ainda são 16h."

Márcio criticou ainda o que chamou de "falta de coerência" na montagem da tabela. "Durante a semana colocaram um jogo nosso contra o Linense às 22h. No Interior, esse horário não tem ninguém nas ruas, as pessoas precisam acordar cedo. Nos domingos, colocam às 19h30. É um despropósito."

O goleiro Luiz sentiu desconforto lombar e saiu mais cedo do treino de ontem, mas está confirmado. Assim, o time é o mesmo que perdeu para o São Paulo (2 a 1), sábado.

 

Márcio Araújo prepara bateria antiaérea

Por conta dos dois gols sofridos em bolas aéreas no empate por 3 a 3 com o Linense e as ameaças em jogadas semelhantes, só que em proporções menores contra o São Paulo, o São Caetano já ligou o alerta e nos últimos dois dias treinou bastante a zaga contra as bolas alçadas para a área.

O zagueiro Preto Costa admitiu as bobeadas, mas avalia que não existe problema de desconhecer o companheiro. "Contra o Linense estava chovendo e, com o campo ruim, usaram bastante esse tipo de jogada. Falta de entrosamento não é o termo. Acho que precisa melhorar o posicionamento. Os jogadores da defesa são os mesmo que estavam aqui em 2011", analisou.

Novo dono da camisa 2 do São Caetano por conta da saída de Artur para o Palmeiras, Daniel diz ter consciência de que sua responsabilidade aumentou já que agora é o único lateral-direito de ofício no clube. "O Artur saiu por uma boa causa, foi para grande clube. Vim com a expectativa de jogar. Chegou minha vez. Agora é ter autocrítica, não dá para se acomodar", disse o ex-jogador do Avaí.

 




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