ESPORTES


quinta-feira, 29 de julho de 2010 7:14

Mentor de 2002, Brawn não critica ordens de equipe

Das Agências

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Mentor da ultrapassagem de Michael Schumacher sobre Rubens Barrichello no Grande Prêmio da Áustria, em 2002, o chefe da Mercedes Ross Brawn - que à época trabalhava na Ferrari - pediu ontem revisão à lei que proíbe ordens de equipe na Fórmula 1. A regra voltou à evidência após manobra semelhante de Fernando Alonso sobre Felipe Massa no GP da Alemanha, no domingo, após ordens da escuderia italiana.

"Eu entendo como os torcedores de F-1 podem ter ficado desapontados com o que eles viram no domingo. A regra que proíbe as ordens de equipe não é mais realista. As equipes e a FIA precisam encontrar um solução transparente que mantenha a integridade da competição e proteja o esporte", afirmou o inglês ao jornal italiano Gazzetta dello Sport.

Brawn foi além e disse que se os seus pilotos atualmente (Nico Rosberg e novamente Schumacher) necessitassem da manobra, os ordenaria a fazê-la. "Nossos pilotos são instruídos a não baterem um no outro. E se um tem a chance de conquistar o título enquanto o outro não, nós queremos que os dois ajam conforme o interesse da equipe, sem desperdiça a oportunidade."

Quem tem opinião semelhante é o vice-presidente da FIA, Carlos Garcia. "Que a infração existiu é algo evidente. Todos pudemos ouvir e não há dúvida alguma. Minha opinião é que as ordens deveriam ser permitidas na F-1 e em qualquer esporte."




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