Um total de 197 pessoas, entre elas um ex-aliado político da presidente Gloria Arroyo, foram indiciados por assassinato no massacre de 57 civis na ilha de Mindanao, sul das Filipinas, em novembro do ano passado.
Cinquenta e sete pessoas, incluindo muitas mulheres e jornalistas, foram assassinadas em 23 de novembro em uma cidade de Maguindanao, em consequência de uma rivalidade política.
O objetivo do ataque era impedir o registro da candidatura de um rival do clã ao cargo de governador.
Andal Ampatuan Sr., líder de um clã muçulmano e ex-governador da província de Maguindanao, suspeito de ter planejado a matança, está entre os indiciados. Filho do ex-governador, indiciado por 25 assassinatos e também por ter planejado o massacre, ele se declarou inocente.