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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 20:34 [Atualizada]

Médico de Michael Jackson se declara inocente

Da AFP

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Conrad Murray, 56 anos, médico pessoal de Michael Jackson, acusado nesta segunda-feira de homicídio culposo pela morte do "Rei do Pop", alegou inocência na noite desta segunda-feira perante a Corte Superior de Los Angeles.

Após seu indiciamento, pela manhã, Murray entregou-se às autoridades no início da tarde, até ser levado ao tribunal onde foi formalmente acusado de homicídio culposo (sem intenção de matar).

Michael Jackson morreu no dia 25 de junho, aos 50 anos de idade, em Los Angeles, das consequências de uma overdose de medicamentos e de uma intoxicação com o anestésico propofol.

Murray admitiu ter injetado propofol no cantor poucas horas antes de sua morte, mas disse que se limitou a obedecer aos pedidos insistentes do cantor, que utilizava este remédio como sonífero.

O advogado da família Jackson, Brian Oxman, qualificou esta semana de "aterradora" a "simples ideia" de um indiciamento por homicídio culposo.

Já a acusação, por sua vez, alega que Murray "matou Michael Joseph Jackson, sem premeditação". Pelas leis da Califórnia, o homicídio culposo é punido com até quatro anos de prisão.

 




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