Os foliões poderiam gastar menos no Carnaval se a incidência de impostos em produtos típicos não fosse tão elevada, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). De acordo com a entidade, a carga tributária pode chegar a 54,8%, que é o caso da cerveja – um dos itens mais consumidos nessa época do ano.
No ranking dos produtos com maior incidência de tributos, o colar havaiano aparece em segundo lugar: 45,96% de seu preço é composto por impostos. Os refrigerantes em lata ocupam a terceira colocação, com carga tributária de 45,80%.
Quem usar máscara de plástico irá pagar 43,93% de impostos. Ao comprar confete ou serpentina, o folião arca com 43,83% apenas em tributos. Na água mineral, a carga tributária também é elevada: 43,91%.
Contudo, segundo o IBPT, o peso dos impostos nos produtos de Carnaval se manteve o mesmo do ano passado, já que não foram realizadas desonerações de tributos sobre esses itens.