Diário do Grande ABC

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 7:00

Atacante do São Caetano vive drama da saída precoce

Marco Borba
Do Diário do Grande ABC

3 comentário(s)

O atacante Fábio sente agora, aos 22 anos, as consequências de dezenas de jovens que deixam cedo o Brasil para fazer a vida no Exterior. De volta ao País após três temporadas no Japão, ele espera ter no São Caetano a chance de reconquistar espaço no mercado nacional.

O jogador é uma das principais apostas do técnico Antonio Carlos para a temporada. Natural de Alagoas, entra na briga com Hugo, ex-Coritiba, pela vaga deixada por Washington, que acertou com o Atlético-GO.

"O São Caetano é uma vitrine. Com pouco tempo de fundação (20 anos completados em dezembro) já fez história, foi vice da Libertadores, entre outras conquistas. Espero realizar boa temporada e conquistar espaço nesta volta ao Brasil. Sei que para isso preciso mostrar alguma coisa. Tentarei fazer o melhor para também ajudar o clube a voltar aos bons tempos", discursou.

Fábio iniciou a carreira no Corinthians de Alagoas e, em 2004, foi campeão alagoano. No ano seguinte passou pelo Gama e depois seguiu para o Japão, então com 18 anos, para defender o Mito Holly Hoky e o Bellmare, equipes da Segunda Divisão.

Na volta ao Brasil, foi campeão da Taça Rio com o Botafogo, em 2008. No segundo semestre retornou à Terra do Sol Nascente para defender o Tokushima Vortis, também da Segunda Divisão.

O atacante revelou ter tido dificuldades de adaptação em seu primeiro ano fora do Brasil.

"Saí muito jovem, sem experiência. Mas quem vive aquela vida dura no Nordeste aprende rápido a se virar. Fui para o Japão porque precisava pensar no futuro da minha família", justificou o atacante, casado e pai de Maria Eduarda, 2 anos.

Fábio afirmou que, inicialmente, estranhou o estilo de jogo dos japoneses. No entanto, acredita que não terá dificuldades na readaptação ao modo brasileiro de tratar a bola.

"Aqui o futebol é mais cadenciado. Lá, não trabalham muito a bola. É quase ligação direta da defesa com o ataque. O atacante sofre. Tem de correr muito", brincou o centroavente.

Admirador de Adriano (Flamengo), Fábio atua fixo na área, a exemplo do Imperador. Ele fez 14 gols em 18 jogos defendendo o Mito Holly Hoky, em 2008.




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Comentários

Dorival Antonio ALvez

11/01/2010 às 23:14

Muitois dizem porque o Sao Caetano, mas esquecem que timos como o Curintians nem vice foi da lLibertadores o Azulao foi.....isso basta....torcida nao é tudo...

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VITRINE

11/01/2010 12:56

Vitrine da Quitanda do Japonêis... Jogou em times da SEGUNDA DIVISÃO DO JAPÃO e agora aporta no SC... não evoluiu nada!!!!

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Brazil S/A

11/01/2010 às 9:10

O rapaz ja chea dizendo que o S. Caetano é vitrine? Ué, ja ta pensando em sair?

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