Diário do Grande ABC

SETECIDADES


segunda-feira, 23 de novembro de 2009 7:00

Disciplina militar dá resultado em escola estadual em São Caetano

Willian Novaes
Do Diário do Grande ABC

68 comentário(s)

As meninas sobem por um lado das escadas e os meninos pelo outro. É assim que os 1.100 alunos, da 5ª série do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, da EE Maria Conceição Moura Branco, no bairro Olímpico, em São Caetano, seguem para as salas.

Em algumas aulas, os garotos precisam esperar as adolescentes entrarem no ambiente, para na sequência sentarem nos seus lugares, que são determinados pela coordenação. Essas e outras normas de disciplina fazem parte do dia a dia dos estudantes.

As regras, em alguns momentos, lembram a rigidez de um quartel-general.

O uso de celulares, máquinas fotográficas, ipods, MP3 ou qualquer aparelho eletrônico é proibido. Caso o aluno seja surpreendido pelos inspetores com um desses equipamentos, será punido com até suspensão de um dia e os pais precisarão ir até a diretoria para retirar o objeto.

Mascar chicletes, namorar, andar abraçados e beijar não pode. Mas, engana-se quem pensa que os pais e os próprios alunos são contra a rigidez e o autoritarismo implantado no colégio pela antiga diretora Elisa Amélia Godoy Bezulle, que deixou a escola no final do ano passado, após 28 anos no cargo.

A maioria dos estudantes e pais elogiam. "O que está dando certo não se mexe. Um dos motivos para os pais matricularem os seus filhos aqui é a disciplina", diz a diretora Sonia Regina Fonseca Guerra, 52 anos, na função desde o início do ano.

Boas notícias - A recompensa por tantos "nãos" está nos resultados da escola nas últimas avaliações da rede dos ensinos Fundamental e Médio. No exame do Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo), de 2008, o Moura Branco ficou em primeiro lugar na região e a 0,03 de ter a melhor nota do Estado de São Paulo. Teve ainda boas qualificações no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) - avaliação em que está entre as melhores do Grande ABC - e na Prova Brasil, além do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento do Estado de São Paulo).

Outro bom resultado pelo cumprimento de todas as normas é que alguns alunos do 3º ano do Ensino Médio conseguem entrar nas melhores faculdades do País, como na Universidade de São Paulo (USP), federais, sem fazer cursinhos pré-vestibulares. Segundo a vice-diretora Fátima Montenegro, 43, desde 2006, a média é de seis a sete alunos que passam por ano em universidades públicas, além dos aprovados em faculdades particulares de primeira linha.

A escola conta com uma boa infraestrutura, com laboratórios de informática, auditório, quadra esportiva coberta, sala de leitura, além do acompanhamento de perto dos responsáveis. "Os pais são muito presentes. A média de comparecimento em reuniões de pais é de 97%", conta Sonia.

Educadores divergem sobre as regras
Os profissionais de educação consultados pelo Diário manifestaram opiniões diferentes sobre os métodos utilizados pela direção do Escola Maria Conceição Moura Branco.

Para o professor de Educação da USP (Universidade de São Paulo), Vitor Henrique Paro, métodos disciplinares rígidos são ultrapassados -eram utilizadas 200 anos atrás.

Ao ser informado que a instituição obtém os melhores índices nas avaliações do ensino estadual, respondeu : "Não é de estranhar. As escolas que conseguem bons resultados só funcionam desse jeito. Mas esses exames não acrescentam nada de novo aos estudantes", completa. "Boas escolas selecionam os alunos, e os pais que estão interessados cobram por disciplinas", diz Paro.

A especialista em Educação Maria Ângela Barbato Carneiro, da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), concorda com as normas rígidas do colégio estadual.

"As regras fazem parte da vida escolar. Os alunos precisam observar os limites, assunto que em muitas escolas se perdeu ao longo do tempo e que nas famílias nem se discute mais", comenta.

"Às vezes, a instituição precisa chegar num extremo para conseguir um consenso. Isso não significa autoritarismo, mas autoridade da coordenação", acredita Maria Ângela.

Segundo a professora de psicologia da educação Denise D'Áurea Tardeli, da Metodista, normas rígidas de comportamento foram excluídas das escolas brasileira com a abertura política do País, mas estão retornando aos poucos. "É uma tendência mundial. A França está voltando a adotar. Já nos EUA, depois da tragédia de Columbine, tem até policiais dentro dos colégios", conta.

Para a educadora, esse método, sem direção clara, traz poucos princípios éticos para os estudantes. "Tem que explicar por que não pode. Senão, o comportamento fica mecanizado".

A Secretaria Estadual da Educação informou que cada unidade tem autonomia para criar os seus métodos de controle de disciplina.

Alunos reclamam da falta de liberdade para namorar
Os alunos do Moura Branco não veem problemas na maiorida das rígidas normas de disciplina do colégio. No entanto, a proibição de namorar no local provoca queixas.

No dia em que o Diário visitou a escola, a reportagem viu a seguinte cena: os garotos desceram por um lado e as meninas pelo outro. Um casal de alunos se encontrou no pátio e se abraçou. A menina, ao notar a presença da diretora Sonia Regina, deu um pulo e saiu andando rápido para o outro lado. O rapaz apenas deu risada.

A tensão tem o motivo: está na regra que os pais assinaram no começo do ano letivo, que tal ato é proibido. "Escola não é lugar para namorar", justifica a diretora.

Para Jade Pereira e Evandro de Freitas, ambos de 15 anos, a situação é complicada. Eles namoram há três meses e todos os dias aproveitam apenas os poucos minutos na saída, na porta do colégio. "A gente sempre dá um jeitinho", conta o rapaz.

A estudante Giovana de Paula, 17, está no 2º ano do Ensino Médio e adora os procedimentos do local. "A escola está certa em ser assim, talvez esse seja o nosso diferencial", diz. "É uma ditadura. As vezes irrita", diverge Fernando Gomes Leal, 19, do 3º ano.

A estudante Barbara Susan, 14, da 8ª série, resume bem o que pensa sobre as penas impostas aos alunos que não cumprem as regras. "Se aprontar, se ferra. É difícil estudar aqui. Mas também não tem muitas brigas entre os alunos", lembra.

Mulheres na direção garantem boas notas e pulso firme
As atuais responsáveis pela manutenção das normas de disciplina do Moura Branco não são generais, mas sim mulheres delicadas e com posturas firmes.

A diretora Sonia Regina Fonseca Guerra, 52 anos, e a vice-diretora Fátima Montenegro, 43, assumiram neste ano uma grande missão: substituir a ex-diretora Elisa Amelia Godoy Bezulle, que ficou 28 anos na função, e é considerada por todos a idealizadora das leis talibãs e dos méritos do colégio.

Juntas, as coordenadoras da escola somam mais de 50 anos de experiência com o ensino de crianças e adolescentes. Por coincidência, ambas já lecionaram Ciências e Matemática.

"Nós fazemos um trabalho complementado em casa pelos pais", afirma a vice-diretora. Ela mesma ficou assustada quando chegou no Moura Branco há seis anos. "Eu estudei numa escola muçulmana e achei aqui super-rígido, mas essencial para a educação", comenta.

Sonia, com apenas 11 meses na direção, ainda está conhecendo todos os procedimentos da instituição. "Aqui a participação da família é muito forte; isso colabora com a proposta", avalia.

Fila de espera chega a ter 500 pessoas
Os pais que desejam que seus filhos se transfiram para o Moura Branco precisam passar por uma seleção e aguardar na longa fila. Segundo a direção, a lista de espera chega a ter 500 pessoas. Todos os pais ouvidos pelo Diário são unânimes quanto ao motivo pelo qual enfrentam esse obstáculo: as normas disciplinares.

"Eles nos procuram por causa do método. Na vida, esse jovens vão precisar enfrentar um mundo cheio de regras e disciplina e nada melhor do que sair da escola com esse aprendizado", diz Sandra Regina Antunes, 39 anos, mãe de dois filhos que estudam no colégio.

Um outro motivo pela procura acirrada são os altos índices que a escola alcança nas avaliações estaduais e nacionais. "É rígido demais, exemplar. O importante são as boas condições que a escola oferece para os estudantes", acredita Sidnei Martins, 57.

A revendedora Edneide Mendes da Silva todos os dias traz os dois filhos do Jardim Avelino, na Zona Leste da Capital e não reclama do trânsito e do corre- corre do trabalho. "No mundo de hoje é até necessária essa cobrança. Tem que ter pulso firme mesmo", comenta Edneide.

Já o representante comercial Sergio Colombini, mora em São Caetano, e no próximo ano pretende tirar uma filha do colégio particular e matricular no Moura Branco. "Tenho dois filhos aqui. É uma escola referencial, com bons costumes e disciplinas claras", analisa Colombini.




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Comentários

Filipe Augustus

31/01/2012 às 11:19

Eu estudei no Moura entre 1999 e 2006, e posso dizer que durante a gestão da Dona Eliza, a escola funcionou muito bem, os exageiros em partes eram bons, porque nem todos respeitavam as normals, tem uma diferença muito grande entre vc ouvir música e falar ao celular no intervalo e dentro da sala.

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paulo

12/07/2011 22:15

exageram um pouco , mas sim o moura é bom!

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Maria

02/06/2011 às 9:40

Se os pais ouvissem mais a opiniões deles, se preocupassem em saber como eles se sentem e quais são suas verdadeiras necessidades de amor, compreensão e afeto, não enfiariam um filho nas mãos de autoritários externos. A escola educa, mas o caráter se molda a partir do exemplo que tem em casa. Estudem lá para ver.

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Não a ditadura

01/06/2011 17:48

pink floyd another brick in the wall, pink floyd another brick in the wall

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Eu

01/06/2011 às 16:32

A estupidez dessa mulher é tanta que precisei de muitas terapias para tirar traumas que passei nessa escola, por não ter dinheiro para pagar uma carteirinha que ela cobrava. Além de me responsabilizar pela falta do dinheiro, ela me agrediu e ainda falou mal das minhas roupas. Eu a odeio.

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Sandra

25/11/2009 12:27

Estão de parabéns!!! Isso sim é disciplina, pois hoje em dia se confunde liberdade com libertinagem. Regras e/ou normas existem para se manter a ordem. Eu e muitos outros viemos de uma época onde a ordem prevalescia e crescemos pessoas normais.

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Edilaine(mãe de aluna)

24/11/2009 às 7:42

Parabéns... Espero que a nova direção continue com essas regras, temos que fazer entender que teremos regras pelo restos de nossos dias.

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Ao Adalgiso

24/11/2009 7:34

Cara vc deve ser analfabeto de pai, mãe e carteira assinada. Deve ser tambem algum fora da lei procurado pela policia p/ defender a libertinagem nas escolas. Faça um favor para a humanidade : VÁ ESTUDAR UM POUCO DE FILOSOFIA P/ VC VIRAR UMA PESSOA UM POUCO MAIS CIVILIZADA. MALOQUEIRO SEM NOÇÃO DO ESCREVE.

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João Gilberto

24/11/2009 às 7:20

O resultado final da escola justifica os meios. Pelo menos esses alunos crecerão em ambiente que se pratica respeito pelo outro. Hoje praticar regra é sinônimo de militarismo. Para as pessoas que são contra o sistema que utilize outras escolas da cidade e no futuro compare o resultado da sua esolha.

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wenndel

24/11/2009 0:27

Fui aluno do Moura Branco, realmente é louvável os indices educacionais do Moura, mas o fato é que ocorrem alguns exageros disciplinares e autoritários, uma diretora que perpetue no cargo a 28 anos não pode mais acontecer, como aconteceu. abraço

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Fábio

23/11/2009 às 23:10

Nosso país é um país democrático com direito de ir e vir. Os namorados tem de ter direito de ficarem com suas namoradas no intervalo sim. Isso é a ditadura, não tem coisa mais interessante pra se fazer na educação do que privar ainda mais o direito dos alunos ?

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Donizetti

23/11/2009 22:25

Muito justo. Acho que só pelo fato de ter regras e essas regras serem seguidas, não significa em absoluto militarismo. Se as regras "civis" - no sentido civilidade fossem seguidas, não haveria necessidade dessa imposição de regras mais rígidas. Concordo que deve haver regras. Tenho professores na família. Sei como é.

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Adriano Rodrigues

23/11/2009 às 19:59

Só acho o seguinte: tudo que é feito com base em regras, funciona direito. A palavra "militarismo" assusta um pouco, mas nesta escola o que se prega é pura e simplesmente o cumprimento de regras. As pessoas que reclamam são praticamente semi-analfabetas e não sabem o que dizem. Vejam nos comentários abaixo...

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Ao Adalgiso

23/11/2009 19:45

Cambada de "inguinorantes"...., entendi porque você não gosta de Escola com "E" maiúsculo, nela você teria que, pelo menos, aprender a escrever corretamente.

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MANOEL MESSIAS MARROM DE SOUSA OLIVEIRA

23/11/2009 às 18:09

Deveria haver 3000 escola no País com essa diciplina e ai sim os alunos hoje são verdadeiros animais, não respeitam nem seus Pais quanto mais os coitados Professores, parabéns e que o Gov. do Lula implante esse regulamento em todas as escolas do Brasil, essa juventude trnsviada e drogada não se comportam nem um onibus

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Carlos

23/11/2009 18:03

Quem está reclamando desta escola deve ser algum petista. Eles não conseguem nem eleger vereadores em São Caetano (só tem um). Enquanto isso, os professores são abusados pelos "estudantes" e não podem fazer nada. Eles são vítimas e acabam virando réus.

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Rose

23/11/2009 às 17:55

Parabéns a essa escola de São Caetano do Sul! Até que enfim uma boa notícia na educação!

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Henrique João Batista

23/11/2009 17:55

Só vou dizer uma coisa: EDUQUE UMA CRIANÇA NO PRESENTE PARA NÃO TER QUE PUNIR UM CRIMINOSO NO FUTURO. Parabéns para a direção dessa escola!!!

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Professora

23/11/2009 às 17:38

MIL VEZES PARABÉNS A ESSA DIRETORA! Disciplina não significa autoritarismo e nem retrocesso; significa, sim, ensinar q há comportamentos diferentes adequados a lugares diferentes. Devemos ensinar q nos comportamos de formas diferentes na escola, em casa, no clube , no shopping...isso sim é EDUCAR DE VERDADE!

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Pascoal/SA

23/11/2009 17:36

cont... para os hiporcritas, sinto muito..,mas há alternativas, podem matricular seus filhos na EE da zona sul de São paulo onde diariamente há brigas e quebra-quebra, ou acreditar que seus "anjinhos" vão ser alguém sem estudo.

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pascoal/sa

23/11/2009 às 17:32

deixei de ser professor justamente pelo fato de não concordar com a LIBERTINAGEM que assola nossa educação...culpa de pais moles demais que deixam os filhos os dominarem..parabéns a essa escola em SCS e seus educadores (de verdade)...aos hipocritas, sinto muito! cont...

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Jaime

23/11/2009 17:31

Se está dando certo, por que não fazem nas outras escolas ?

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Tiago

23/11/2009 às 16:55

Só podia mesmo ser em São caetano, que mais parece um feudo, de tão retrógrada e autoritária, nem Motel tem na cidade Regras são necessárias, mas em excesso prestam deserviço, robotizam, e não levam em conta as individualidades tampouco os sentimentos das pessoas, ainda mais na adolescência, que é uma fase tão difícil.

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adalberto - mauá

23/11/2009 16:50

Infelizmente temos que partir para o militarismo para que o professor seja respeitado. Parabéns a gestão desta escola. quiça todas adotassem este método e o governo , a sociedade tivessem maior participação para que os alunos exercessem seus deveres e direitos de modo correto e não abusivo.

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Adalgiso

23/11/2009 às 16:21

Vcs são todos uma cambada de inguinorantes. Não sabem o que é este regime disciplinar. Chega de repressão. Nossos jovens tem que viverem livres, leves e soltos para realizar suas fantasias da adolescencia, ou vcs nunca quiseram namorar. Vai ver que vcs casaram virgens.

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José Benedito

23/11/2009 16:13

Parabéns a direção da escola, Eu como professor ainda acredito na Educação do nosso país. sendo q "EDUCAÇÃO E ESPORTE" devem sempre caminhar juntos

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Carol

23/11/2009 às 15:53

Tenho 21 anos e estudei em uma escola publica, onde tinha BOMBA, drogas, adolescentes (várias!!!) grávidas e etc.... Adoraria ter estudado em uma escola com essas regras. A instituição esta de Parabéns.!

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Marcos SCS

23/11/2009 15:40

Espetacular o procedimento da escola, parabéns!!! Escola é para o estudo. Namoricos deixem para os shoppings. Sr. ADALGISO... Em que mundo você vive??????? MAIS liberdade para "crianças"?? Não seja hipócrita...

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ALMIR CASIMIRO

23/11/2009 às 15:29

Parabéns a esta escola. Pena que não se aplique este metodo em outras escolas. Seria um resgate da escola pública. Quando os pais se omitem na educação dos filhos sobra para escola complementar e muitas vezes o caminho é este. Secretaria da Educação, este é um exemplo a ser seguido...

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ALMIR CASIMIRO

23/11/2009 15:29

Parabéns a esta escola. Pena que não se aplique este metodo em outras escolas. Seria um resgate da escola pública. Quando os pais se omitem na educação dos filhos sobra para escola complementar e muitas vezes o caminho é este. Secretaria da Educação, este é um exemplo a ser seguido...

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