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Discussão entre tecnologia e humanidade

Filme 'A Vigilante do Amanhã' mantém essência filosófica do mangá


Luís Felipe Soares

02/04/2017 | 07:07


As questões filosóficas por trás de Ghost in The Shell continuam a ecoar. Lançado como mangá no fim da década de 1980 e com aclamada versão para animê em longa-metragem no ano de 1995, a história do japonês Masamune Shirow ainda tem muito a ser discutido e tem seu universo ampliado. Agora, as discussões sobre os limites da união entre tecnologia e humanidade recheiam A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell, já em cartaz nas salas brasileiras com versões convencionais e em 3D.

O filme é uma versão norte-americana em torno do conto original. Sob a tutela do diretor Rupert Sanders (responsável pelo fraco Branca de Neve e o Caçador), a obra coloca o público no meio de uma cidade oriental futurista onde os indivíduos podem contar com aprimoramentos tecnológicos (casos de olhos eletrônicos) e os cérebros estão conectados por uma rede on-line. 

Toda essa modernidade tem seu auge com Major (papel de Scarlett Johansson), ser com mente humana e corpo cibernético. Ela comanda grupo do governo que monitora crimes virtuais, principalmente impedindo que pessoas sejam controladas por hackers. Um dos novos casos traz à tona indagações existenciais para a protagonista, que deseja saber o quão humana ela realmente é e quanto de sua alma ainda existe.

A essência filosófica da criação de Masamune Shirow se mantém e, em muitos momentos, é bem simplificada para que o público em geral consiga acompanhar a trama. A Vigilante do Amanhã acaba sendo livremente inspirado no conto original, com resultado final agradando os fãs que já conhecem a história. Destaque para o audacioso apelo visual do filme. 



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